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Casada Sem Saber, Amada Tarde Demais romance Capítulo 150

— Espera.

Adelina recusou-se a ir embora:

— A nossa filha foi agredida, não podemos deixar isso barato.

Dito isso, ela caminhou até Alba:

— Alba, foi a sua criança que derrubou a minha filha, não foi?

Antes que Alba pudesse dizer qualquer coisa, Patricia se intrometeu, apontando para Elara, que estava atrás de Alba:

— Adelina, foi a filha dela que empurrou a Bruna!

Ao ouvir isso, Adelina olhou para Alba com extrema irritação:

— Alba, não sou uma pessoa irracional. Sei que esbarrões entre crianças que estão brincando são normais. Mas o galo na cabeça da minha filha está enorme. A sua filha tem que pedir desculpas à minha, e em consideração ao fato de já nos conhecermos, não vou levar isso adiante.

Assim que ela terminou de falar, Jefferson fechou a expressão, estendeu a mão e agarrou o braço de Adelina:

— Vamos levar a Bruna ao hospital primeiro.

Quando Adelina ainda tentava insistir, Alba, que estava em silêncio até então, fitou o casal com um olhar gélido:

— Vocês não cansam de dizer que foi a minha filha quem empurrou a de vocês, e ainda querem que ela peça desculpas? Muito bem, para garantir a justiça, vamos chamar a polícia.

Dito isso, quando estava prestes a ligar para o 190, dois policiais fardados se aproximaram.

— Com licença, o que está acontecendo aqui?

Os policiais abriram espaço no meio da multidão e perguntaram.

Alba abaixou os olhos para o número da emergência que não chegou a chamar na tela do celular e franziu a testa, confusa.

Não sabia quem havia chamado a polícia.

De qualquer forma, ela não tinha tempo para pensar nisso.

Depois de avaliar o ambiente à sua volta, pegou a filha no colo e dirigiu-se aos policiais:

— Senhor policial, se quiserem entender exatamente o que aconteceu, por favor, peçam para analisar as imagens das câmeras de segurança.

E, ao falar, apontou para o rostinho vermelho e inchado de Elara:

— Além disso, a minha filha levou um tapa no rosto. Mesmo que a polícia não tome nenhuma providência, eu vou processar a agressora até as últimas consequências.

— Mantenha a calma, primeiro precisamos tratar o rosto da criança.

Ao ver o rostinho de Elara, o policial ficou perplexo.

— O que vamos fazer agora?

Depois de entregar Bruna aos braços dela, Jefferson virou-se para os policiais:

— Senhor policial, já que a ocorrência foi registrada, vocês podem seguir com os procedimentos padrão. No entanto, eu preciso levar a minha filha ao hospital agora para realizar exames.

— Tudo bem, assine isso aqui. Se houver qualquer desenvolvimento, a polícia entrará em contato com o senhor.

Dito isso, o policial entregou-lhe o documento de notificação de ocorrência.

Após assinar, Jefferson olhou para Alba com um olhar complexo:

— Venha no meu carro até o hospital para fazermos os curativos nas crianças.

Alba recusou com frieza:

— Não é necessário, eu vou sozinha.

Ao dizer isso, de repente ela se lembrou de Talles e Demian.

Será que aqueles dois ainda estavam brincando lá dentro?

Alba se virou, olhando aflita para a multidão de crianças brincando dentro do parque, procurando desesperadamente por Talles e Demian, quando o seu celular apitou.

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