Melina Barbosa disse:
— Elisa Ferreira, nem por dez vezes o valor você vende?
Elisa Ferreira respondeu, firme:
— Às vezes, a gente precisa se afirmar. Eu não vendo.
Melina Barbosa deu um sorriso irônico:
— É, realmente... Tem coisas que dinheiro nenhum compra. E duvido que alguém vá querer pagar vinte vezes mais por isso. No fim das contas, nem é tão rica assim.
Assim que ouviu isso, Manuela Barbosa não gostou nem um pouco.
Ela retrucou:
— Melina Barbosa, você acha que eu sou igual a você? Eu tenho dinheiro de sobra.
Melina Barbosa não deixou barato:
— Olha, acabei de ouvir a menininha dizendo que você está usando o dinheiro do seu tio, não é nem seu.
O olhar de Manuela Barbosa vacilou por um instante. Ela rangeu os dentes e respondeu:
— E o que isso te importa?
— Eu pago vinte vezes mais, você vende? — Manuela Barbosa quis mostrar que não ficaria por baixo.
Melina Barbosa disse:
— Vendo.
— Não vendo! — Elisa Ferreira olhou para Melina Barbosa, furiosa, e disse entre dentes.
Ela achava que Melina Barbosa era doida. Não bastava não ajudar, ainda queria complicar sua vida.
Melina Barbosa se aproximou do ouvido de Elisa Ferreira e sussurrou:
— Deixa pra ela. Depois a gente resolve.
Elisa Ferreira ficou animada, e trocou um olhar cúmplice com Melina Barbosa, entendendo na hora o que ela queria dizer.
— Melina Barbosa, você está maluca? Ela fala vinte vezes, mas duvido que tenha esse dinheiro mesmo — disse Elisa Ferreira.
— Pois eu tenho, sim! — O que Manuela Barbosa mais detestava era ser subestimada.
Ela pegou o celular:
— Me passa o código de pagamento.
Na mesma hora, Elisa Ferreira tirou o celular do bolso e abriu o código para transferência.
Manuela Barbosa hesitou por um momento. Elisa Ferreira foi tão rápida... Será que...
Nesse instante, Elisa Ferreira provocou:

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