Melina Barbosa conseguiu desviar do ataque de Ana Silveira. Por estar tomada pela raiva, Ana Silveira perdeu o equilíbrio, cambaleou e quase caiu.
Depois de se firmar, Ana Silveira jogou toda a culpa em Melina Barbosa.
— Vagabunda!
Ana Silveira continuava agitada, gesticulando agressivamente. Luísa Viana se colocou à frente de Melina Barbosa para protegê-la.
— Não pense que, só porque alguém está te defendendo, você vai sair impune! — Ana Silveira olhava ao redor, tentando encontrar um ponto vulnerável para atacar.
Melina Barbosa disse calmamente a Ana Silveira:
— Agir antes de saber a verdade só mostra o quanto você é precipitada.
— Eu, precipitada? — A voz de Ana Silveira subiu de tom. — Naquele dia só estavam o casal Presidente Carvalho, você e o Gerente Simão. Se não foi você, foi quem então?
Melina Barbosa arqueou as sobrancelhas:
— Se não fui eu, quem mais poderia ter sido?
Ana Silveira ficou atônita, franzindo as sobrancelhas, balançou a cabeça em choque e murmurou:
— Não... não é possível.
Melina Barbosa continuou, dirigindo-se a Ana Silveira:
— Ficar aqui especulando não resolve nada. Vamos lá dentro perguntar a ele.
Sem hesitar, Melina Barbosa seguiu em direção à sala de Simão Pessoa. Ana Silveira, após um breve momento de hesitação, recuperou-se e foi atrás, resmungando:
— Só acredito vendo.
As três entraram no escritório de Simão Pessoa. Melina Barbosa fechou a porta e a trancou:
— Hoje, ninguém sai daqui sem esclarecer tudo.
Simão Pessoa franziu o cenho, um traço de desagrado passando em seu olhar. Ele disse a Melina Barbosa:
— Melina Barbosa, quem te deu autoridade para tomar esse tipo de atitude?
Melina Barbosa respondeu:
— Gerente Simão, não me diga que você está com a consciência pesada?
O olhar de Simão Pessoa vacilou por um momento:
— Melina Barbosa, não sei do que você está falando.

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