Cap.115: inesperado.
Morgan, por sua vez, estava em seu quarto com um bilhete em mãos, escrito por Hanna. Um sorriso sutil se desenhava em seu rosto enquanto lia:
"Não me procure, não quero te ver por um tempo." Ele leu com a aliança na mão, a mesma que Hanna tinha esquecido debaixo da cama.
— Hanna, Hanna... Será mesmo que é a ultima vez que vai estar aqui no meu quarto? — ele suspirou, resignado girando a aliança no dedo. — O que eu devo fazer com você agora?
Hanna mal havia saído do anexo quando se deparou com dois homens altos e fortes à sua espera em frente à porta. Calafrios percorreram seu corpo da cabeça aos pés.
— O que Morgan está planejando agora? — ela perguntou, recuando.
— Somos seguranças — informaram os homens, com vozes graves. — Por ordens do senhor Farrugia, vamos levá-la à faculdade.
Hanna ficou confusa.
— O que é isso agora? — ela resmungou, tentando se desvencilhar dos homens que a seguiam. — O que estão fazendo?
— Parem de me seguir! — ela protestou, correndo em meio às moitas e árvores, na esperança de que os homens a deixassem em paz.
— Brincando de pique-pega com os seguranças, senhorita Hanna? — ela reconheceu a voz apertada e inconfundível de Morgan a alguns metros de distância. Corando de vergonha, ela se virou em sua direção.
— O que você está fazendo aqui? — ela perguntou, aborrecida.
— Você também terá seguranças — ele explicou. — Um dia desses, aconteceu um imprevisto terrível, e percebi que precisaria cuidar melhor da segurança de algumas pessoas. E você, como tem grande importância contratual, está incluída. Por isso... você não deve sair sozinha.
— Só faltava essa! — ela resmungou pronta para discutir.
— Não adianta, apenas vá trabalhar. — A voz de Morgan era firme. — Soube que já faz três dias que você não pisa os pés no laboratório. Você está bem?
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Os comentários dos leitores sobre o romance: Após meu noivo fugir, casei com seu pai.