Cap.124: Um bêbado que lembra.
A noite caía sobre o acampamento como um manto de veludo negro, engolindo tudo em um silêncio profundo. Dentro da barraca, Morgan e Hanna se encontravam em um refúgio particular, longe dos olhares indiscretos e da festa que pulsava ao redor como um coração vibrante.
Hanna, agora sentada no colo de Morgan, sentia o calor do corpo dele, Seus dedos se entrelaçavam em seus fios negros quando ele se levantou o tronco ficando sentado.
Com movimentos lentos e deliberados, Morgan começou a desabotoar a blusa de Hanna, revelando a pele macia ela se perdeu em seu toque por um momento se deixando levar. Cada peça de roupa removida o deixava ainda mais ansioso enquanto sentia a mão dela correr por seu abdômen alcançando o botão de sua calça lhe arrancando um suspiro pesado.
— Não podemos fazer nada aqui. — ela despertou por um momento o encarando em alerta.
— Apenas não faça barulho e ninguém vai saber... — ele sussurrou.
Hanna assentiu, seus olhos brilhando colocando seus braços em cima dos ombros de Morgan. Uma mistura de timidez e expectativa percorria seu corpo, como um tremor suave ao sentir a mão dele deslizar pelos seus ombros até a curva de sua cintura e descendo apertando-a freneticamente..
Com movimentos graciosos ela se ergueu do colo dele. Seus corpos se separaram por um instante, antes de se unirem se encaixando em conjunto com um abraço apertado de Morgan que a prendeu em seus braços apreciando a sensação quente dela Ajustando-se como peças de um quebra-cabeça perfeito, Seus braços se entrelaçaram ao redor do pescoço dele, puxando-o para mais perto, como se quisesse se fundir com ele, presa a sensação enquanto segurava os gemidos presa a sensação inebriante do corpo dele tomando o seu.
O beijo e os movimentos se intensificaram como um raio que atingiu a barraca, Morgan explorava cada parte do corpo de Hanna, canto da boca com uma avidez insaciável.
Ele explorava suas curvas, cada centímetro de sua pele era mapeado com toques suaves e ardentes, despertando sensações que ela já conhecia bem e amava, sensações que a fazia gemer baixinho em puro êxtase.
O cheiro inebriante de seu perfume, uma mistura doce e floral, invadiu as narinas de Morgan, Os gemidos abafados de Hanna se misturavam com a respiração pesada de Morgan, criando uma sinfonia de prazer que ecoava na noite escura
O tempo parecia se dissolver enquanto eles se entregavam à paixão. Cada toque, cada beijo, cada gemido era como uma nota musical baixinha que só ele podia apreciar até seus corpos sucumbirem.
— Não... — ele protestou com manha, os olhos vidrados pelo álcool.
— Não quero que acabe agora... — ele suplicou, a voz arrastada e cheia de desejo.
Hanna hesitou, seu coração batendo forte no peito. Ela queria continuar, mas sabia que era perigoso.
— Sim, vamos parar agora e não faça barulho, você tem que levar as roupas! — ela pediu ansiosa, com medo de serem descobertos.
Se vestiu rapidamente e entregou as roupas que tinha trazido a ele, que ainda parecia atordoado.
— Morgan, vai se trocar! — ela pediu, a voz firme apesar do nervosismo.
— Acho que eu preciso de um banho também. — ele comentou, a fazendo corar.
— Ok, apenas saia! — resmungou, empurrando-o para fora da barraca.
Morgan saiu, cambaleando levemente. Ele tentou andar, mas suas pernas não obedeciam.
Hanna o observou com preocupação, correndo ladeira abaixo para alcançá-lo.
— Céus... sabia que você não estava bem! — ela disse, alcançando-o e segurando-o pelo braço.
— A ladeira nem é tão alta, o que está fazendo? — ela perguntou, aborrecida com a atitude irresponsável dele.
Mas Morgan de repente a pegou nos braços e saiu girando ladeira abaixo, rindo como uma criança.
Hanna gritava em desespero, com medo de que ele se machucasse.
— Morgan, pare! — ela implorou, mas ele não a ouvia.
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Os comentários dos leitores sobre o romance: Após meu noivo fugir, casei com seu pai.