O homem já estava suando frio de tanto medo. Mais cedo, Osvaldo o havia procurado especificamente para avisá-lo de que, por mais que tentassem enganá-lo, ele nunca deveria contar a verdade. Mas em tão pouco tempo, Osvaldo já havia sido preso?
O que ele deveria fazer? O que fazer para se safar? Deveria esperar mais um pouco?
Ema, vendo que o homem não cedia de jeito nenhum, ficou com o olhar frio.
Eles definitivamente haviam combinado tudo. Além disso, quando Osvaldo foi procurar esse homem, certamente foi para lhe dar um aviso prévio.
Ema franziu a testa levemente e logo fez um sinal com os olhos para os guarda-costas. Um deles imediatamente disse:
— Senhorita, esse cara recusa o caminho fácil e prefere aprender da pior maneira. Nós já estamos perdendo a paciência.
Ema disse suavemente:
— Não tenham pressa. Ainda não deu um minuto, vamos dar mais uma chance a ele.
O homem, ao ouvir essa conversa, perguntou nervoso:
— O que... o que vocês querem fazer?!
O guarda-costas soltou uma risada fria:
— Fazer o quê? O que você acha que nós fazemos? Eu estou te avisando: nossa senhorita perdeu algo muito valioso. A polícia não vai deixar vocês em paz, e é claro que nós também temos os nossos métodos para fazer você abrir o bico.
Outro guarda-costas caminhou diretamente até ele. O gigante o olhou de cima a baixo, agarrou-o rapidamente pelo colarinho da camisa e deu uns tapinhas fortes no seu rosto:
— Moleque, por mexer com a nossa senhorita, acho que você cansou de viver.
Em seguida, o guarda-costas revelou uma expressão sombria, mas falou de maneira pausada:

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