Christina não se conteve e vomitou em Adolph como se ele fosse uma lata de lixo.
E tudo que ele pensou no momento foi: 'Por que vim atrás de uma bêbada?'
Afinal, fora ele mesmo quem a encontrara e carregara para dentro do carro. Quem ele poderia culpar?
Como diz o ditado, ele tinha cavado a própria cova.
Mas como misofóbico, ele não suportava aquilo...
Adolph resistiu ao desejo de jogar a mulher para fora do carro e ordenou a Walt com voz baixa: "Nos leve ao hotel mais próximo."
Walt logo reservou um quarto com uma cama grande no hotel cinco estrelas mais próximo e, como um bom casamenteiro, levou os dois para o quarto.
Ele quase chorou ao fechar a porta. Isso finalmente estava acontecendo!
Adolph não era tão dramático quanto seu assistente, então, quando o viu sair, levou Christina para o banheiro, tirou a roupa suja e tomou um banho rápido.
Quando ele se virou, viu Christina entreabrindo os olhos, como se não pudesse suportar a sujeira no corpo dela. Ela desabotoou a camisa, deixando a gola bem aberta e revelando o sutiã branco por dentro. Seu corpo estava rosado e molhado pelo ar úmido, o que a deixava muito bonita.
Adolph de repente congelou e seus olhos escureceram.
Se no começo ele não queria fazer nada, agora mudara de ideia, como qualquer homem na posição dele.
"Está tão quente..."
O corpo de Christina já estava quente por causa da bêbada, mas nesse momento estava insuportável. Achando que estava em casa, ela começou a tirar a roupa, mas ficou irritada com tantos botões. Ela não conseguia desabotoá-los por mais que tentasse. Era muito irritante!
Ela franziu a testa com impaciência, mas, de repente, alguém começou a ajudá-la a desabotoar um por um.
Ela ficou bastante satisfeita.
Era a primeira vez que Adolph ajudava Christina a se despir.
Sua pele era mais clara do que ele imaginava, e seu corpo ainda melhor. Cada botão era um grande desafio para ele.
Adolph comprimiu os lábios com força, suprimindo os pensamentos malignos que lhe vinham à cabeça. Então ligou o chuveiro e testou a temperatura da água antes de ajudar Christina a tomar banho.
Embora os dois tivessem se divorciado, ele ainda a considerava sua mulher, sua esposa. Dar banho nela não era nada anormal nesse caso. No entanto, ele não tinha experiência nisso, então não se atreveu a se mover assim que sua mão a tocou.
Ao sentir o corpo macio e a pele suave, ele ficou com receio de machucá-la com suas mãos calejadas.
Christina, por sua vez, sentiu como se estivessem lhe fazendo cócegas. Quem era tão mau?
Ela relutantemente abriu os olhos e, através das camadas de neblina e das gotas de água, mirou os olhos escuros e calmos de Adolph.
Christina abriu a boca ligeiramente e piscou.
Será que estava tão bêbada a ponto de imaginar aquele homem com ela?
Era primavera, e seu sonho estava repleto de flores de pêssego.
Bom, se era mesmo um sonho, ela podia fazer o que quisesse.

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