Perfeito.
Assim que Sophia parou o carro no acostamento e abaixou o vidro, o renegado olhou para cima.
— Parece que você está precisando de ajuda. — Disse Sophia, com a voz doce como mel.
O renegado se aproximou do carro com cautela e coçou o pescoço com as unhas sujas.
— Que tipo de ajuda?
Sophia enfiou a mão na bolsa e puxou um maço grosso de dinheiro. Ela o ergueu para que o renegado pudesse ver, e os olhos dele se arregalaram.
— Quer um trabalho? — Perguntou ela, agitando o dinheiro diante do rosto dele.
---
Ponto de vista de Ella.
A manhã de sábado demorou a chegar, mas finalmente chegou, e eu estava determinada a cumprir minha promessa à Lilith. Ela tentou protestar quando eu disse que iríamos às compras, insistindo que não precisava de nada novo e que eu precisava descansar, mas eu não aceitaria um não como resposta.
Além disso, eu precisava sair daquela maldita casa.
— Você já me mima demais. Não preciso que você gaste seu dinheiro comigo. — Disse ela enquanto caminhávamos pelo centro comercial.
— O dinheiro é meu, e posso gastá-lo como eu quiser. — Entrelacei meu braço no dela, conduzindo-a em direção a uma boutique de roupas próxima.
— Além disso, qual foi a última vez que alguém te comprou algo só porque quis?
Os passos de Lilith desaceleraram.
— Ella, querida, você não precisa.
— Eu quero. — Parei de caminhar e me virei para encará-la.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Última Chance da Luna Adoecida