O som da música dentro da mansão era ensurdecedor, abafando qualquer ruído vindo de fora.
Ao sentir o corpo ardente e quente de Sofia se atirar em seus braços, separados apenas por uma camada de tecido extremamente fina, Felipe prendeu a respiração no mesmo instante.
No segundo seguinte, ele usou toda a sua força, tentando empurrar Sofia para longe.
No entanto, Sofia, que já havia bebido bastante, transformou-se naquele momento em um chiclete pegajoso. Ela fez de tudo, abraçando Felipe com tanta força que, por mais que ele a empurrasse, não conseguia afastá-la.
— Felipe, seu corpo é incrível demais! Eu... eu já queria tocar nele faz tempo!
A bebida dá coragem. Naquele momento, Sofia havia jogado completamente pela janela toda a educação contida que recebera desde a infância.
Suas mãos foram direto em direção ao abdômen trincado de Felipe e, ainda por cima, deslizaram de forma inquieta para a parte inferior de sua barriga...
O rosto de Felipe ficou lívido no mesmo instante.
— Sofia! Volte a si, porra!
— Eu sou o seu irmão!!!
Felipe estava quase explodindo de raiva e a empurrou com brutalidade.
Os dois se debatiam e, sem perceberem, seus passos já os haviam levado até a beira da piscina.
No início, Felipe ainda tinha algumas reservas, com medo de usar muita força e machucá-la.
Mas quando ela perdeu toda a decência e tentou enfiar a mão por baixo de sua sunga...
Sua expressão mudou drasticamente de novo e, sem hesitar, ele deu um chute certeiro, lançando Sofia com força para dentro da piscina.
— Ah!
Sofia soltou um grito agonizante, caindo de mau jeito na piscina e espalhando água para todos os lados.
Ela se debateu desesperadamente na água. Sua mente, antes confusa, finalmente começou a clarear um pouco devido ao choque da água fria.

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