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A prometida do Capo italiano romance Capítulo 152

CAPÍTULO 186

Luigi / El Chapo

A minha mente estava conturbada, milhões de coisas passando pela minha cabeça, tantos sentimentos conflitantes, e eu só tinha vontade, necessidade de fazer sexo.

Não pude evitar, e por mais que eu queria muito estar com Débora, também havia medo, insegurança dentro de mim, de outra vez perder algo que queria tanto, e ouvi-la gemer o meu nome era tudo o que eu queria.

— LUIGIIII! — a cada grito dela, eu me sentia melhor, e pedia para que repetisse pra mim, como uma droga que eu precisava para me sentir bem.

Sou um maldito egoísta, mas pelo menos ela estava gostando muito, dá para notar quando uma mulher se sente bem, que está gostando.

Leonardo me tirou tudo uma vez, não posso permitir que me tire novamente, antes eu o matarei, dessa vez não terei piedade... tenho nojo de saber que temos o mesmo sangue correndo nas veias, “que se foda! Ele nunca se importou com isso!“

— Eu não aguento mais, Luigi! — sorri levemente quando vi a Débora pedir, a virei de costas, apoiada no criado, puxei a sua cintura pra perto de mim.

Tirei meu pau pra fora sem me despir, passei a mão por sua boceta e espalhei sua excitação para socar lá dentro.

— AHHHH! Mal aguento meu próprio peso, as minhas pernas ficaram fracas! — ela reclamou, mas eu a queria ali, daquele jeito, naquele momento.

— Empina a bunda pra mim! — apertei forte, minha mente se perdia a todo o segundo, e entorpecida pelo prazer que ela estava me proporcionando, meu corpo agora se movia no automático, como um animal, movido pela luxúria.

Débora se inclinou mais, me dando mais prazer ao vê-la naquela posição. Meu pau se esfregava nas suas paredes internas, fiquei completamente envolvido dentro dela.

Passei as mãos derrubando alguns objetos que estavam sobre a cômoda, me retirei de dentro dela e a virei pra mim, a colocando sobre o móvel.

— Está me deixando louca... — ela disse ao sentir as minhas mãos esfregando suas coxas.

Ficou um pouco alto para penetrá-la ali, então a puxei pra mim, e automaticamente, Débora passou as pernas pela minha cintura, se agarrando com elas no meu quadril.

A encaixei novamente e meti forte, fazendo seu corpo se mover inteiro sobre mim, e agora olhando para o seu rosto. Eu precisava vê-la gemer ao me sentir dentro dela, era exatamente isso que eu precisava.

— Diz que me quer assim...

— Eu te quero, seu bobo! — a beijei com loucura, Débora agarrou meus cabelos com força, me dando um tesão do caralho, me apertando forte, quando descia os dedos pelo meu pescoço e me mordia.

Eu não quis esperar, estava afoito para gozar. Quando vi que ela estava chegando, aproveitei o momento.

— Goza, vai... vamos gozar juntos! — ela me apertou mais forte, eu acelerei os movimentos, e quando a ouvir gemer, não foi necessário fazer mais nada, gozei com gosto, sem me importar com mais nada, e só depois percebi que foi dentro dela. — Me desculpe, acabei gozando em você!

— Eu compro um remédio depois. — encostei meu rosto nela.

— Tome um banho, descanse... eu preciso resolver um assunto importante, depois conversamos.

— Está bem. — fui até o banheiro, me limpei o mais depressa possível e saí do quarto.

Silvestre já não estava no meu quarto, então fui até a sala, o vendo lá.

— Senhor...

— Venha até o escritório! — ele veio me acompanhando, e fechou a porta.

— Encontrou a aliança da Débora?

— Ainda não, senhor! — bufei balançando a cabeça.

— Eu deveria te demitir, Silvestre! Te matar, acabar com a sua raça, mas entendo que trabalha para a nossa família a tantos anos, e tem algo que não te permite impedir aquele infeliz de entrar.

— Senhor...

— Se for me contar os verdadeiros motivos, claramente, sem deixar nada para trás, pode falar, caso contrário cale a porra da boca e só abra quando eu te perguntar algo. Agora escute bem, você está de férias, suma da minha casa por no mínimo um mês, e depois veremos o que vamos fazer, porque não estou disposto a ter nenhuma surpresa, novamente!

— Mas... quem vai cuidar de tudo?

— Vou contratar outro mordomo, e um dos meus principais homens, cuidará da segurança da casa.

— Você é muito sábio, menino Lu, foi a melhor escolha. Vou respeitar a sua decisão, e se precisar é só me ligar e eu voltarei. Também tenho um assunto para resolver.

— Ótimo! Arrume as malas! — ele assentiu e se virou, quando chegou na porta... — Silvestre! Peça para alguém comprar um remédio na farmácia, desses que não permitam engravidar, por favor!

— Sim, senhor!

Quando ele saiu, girei a cadeira olhando pela janela.

“Você levou algo que agora pertence à minha namorada, infeliz... vai ter que devolver! — tirei a minha arma do bolso e comecei a lustrar com a camisa...

— Me aguarde, Leonardo!

CAPÍTULO 187

Débora Andrade

Luigi demorou demais, e acabou não voltando para aquele quarto. Ouvi batidas na porta e quando abri eram remédios para evitar gravidez, diversos tipos, peguei a sacolinha com o soldado e fui até a cozinha para tomar água com a pílula do dia seguinte.

Peguei a minha maçã novamente e fui à procura do Luigi, o encontrei no escritório, gritando no celular.

— Me diz, Débora... — o encarei irritada, bem brava, e ele pode apostar que custaria caro pra ele esse pedido, mas fiz.

— Eu odeio o Leonardo! Também o quero morto, e de preferência que eu possa esmagar a cara dele com um dos meus saltos. Eu não o quero nunca mais, nem pintado de ouro, não o quero! — fui bem clara, ele tentou me abraçar — SAI PRA LÁ! ACHA O QUÊ? QUE FICOU BARATO PRA VOCÊ? TE VIRA PRA ME CONVENCER A FICAR CONTIGO, PORQUÊ ESTOU INDO PRA CASA!

— Débora, me desculpe! — tentou me segurar, e fiquei só olhando. Se Luigi tentasse me manter na casa, eu o deixaria pra sempre, por mais gostoso que fosse, não quero outro louco me prendendo. — Sou um idiota, mas não me julgue de querer ouvir.

— Se você não confiar em mim, não vai rolar nada! Eu não sou como a sua ex, e nem muito menos, quero qualquer coisa do Leonardo, que não esteja ligada com tortura e execução!

— Por favor, fique! Não me tire da sua vida, assim!

— Só quero dormir na minha cama hoje. — ele assentiu.

— Está bem, vou te levar.

— Sério?

— Sim, vamos pra caminhonete, vou te levar! — balancei a cabeça, por essa não esperava.

Virei as costas, dei de ombros pra ele, saí pisando duro.

Luigi quis abrir a caminhonete, não deixei. Entrei por conta própria, e bati a porta com força.

Percebi que mais dois carros nos seguiram, provavelmente seguranças, ou soldados, que é como eles chamam.

Quando chegamos na minha casa, desci sem me despedir, fui andando, mas vi que ele veio atrás e fechou na porta.

— O que está fazendo aqui?

— Ué, Viemos dormir, não foi isso que pediu?

— “Eu” queria dormir aqui, eu...

— Agora namoramos, combinei de cuidar de você! Se dormir numa amiga, irei junto meu xuxu.

— Vai começar a me controlar, é? — veio bem perto.

— Não, de forma alguma. Só não quero ficar longe de você, agora vamos para o quarto que preciso de um banho! — tirou a camisa, e depois a calça, e foi andando de cueca até o banheiro, carregando sua roupa numa mão só.

“Puta merda, como mandar esse homem tão gostoso embora?“

— Já vou... — respondi, mesmo contrariada, porque juro que estava... ou não?

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