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A prometida do Capo italiano romance Capítulo 128

CAPÍTULO 150

Peter Marino

Acordei de madrugada e ela estava ao meu lado. Do nada meu peito doeu, era como se eu precisasse ir para o chão ou para o pés dela, mas dessa vez, não... me aproximei ainda mais, preciso mudar algumas coisas, e não vou conseguir se não tentar.

Tem como não amar a Katy? Olhando pra ela, a cada segundo me dou conta de que a amo mais, caso contrário, morreria com meus demônios tomando conta de mim.

Demorei um pouco mais para pegar no sono, mas percebi que consegui, pois fui acordado com um beijo e uma bandeja.

— Bom dia, senhor Marino! Trouxe o seu café da manhã. — sorri ao vê-la tão linda, com uma das minhas maiores camisas brancas, o cabelo preso, enrolado em uma caneta e um sorriso tão bonito que me fez relaxar. Sentei na cama, me surpreendendo ao ser tratado assim.

— Bom dia, esposa! Nem a minha mãe já me tratou assim, com café da manhã na cama.

— Já falei que não sou ela, então acostume-se! — colocou a bandeja e ficou me olhando.

— Tem razão. — olhei o botão entreaberto da camisa, dava para ver uma parte dos seus seios, e lembrei que ela realmente é a esposa. — Você é completamente desejável! — Katy sorriu.

— Fiquei feliz que dormiu comigo, não levantou.

— Não vou mais levantar. — sorri e ela também. — Coma comigo! — não precisou pedir duas vezes, ela logo me acompanhou.

— Precisa voltar ao trabalho?

— Não. Apenas na outra semana, mas hoje vamos começar o seu treinamento, não esqueci.

— Ótimo!

— Como se sente, Katy?

— É, ainda não esqueci tudo o que aconteceu ontem, acredito que leve um tempo. O bico do meu seio ainda dói, precisei fazer um curativo. — tirei a bandeja e coloquei no criado, então a chamei.

— Deita aqui! — ela deitou nas minhas pernas, seus cabelos espalharam sobre mim, e fiquei olhando seus seios. Tive vontade de abrir e olhar, mas não sabia se deveria.

— Pode abrir, você é meu marido. — tive receio, mas devagar coloquei as mãos sobre um botão e abri, depois desci para o outro, olhei pra ela. — Abra tudo, me veja Peter! Sou sua!

— É minha! — repeti para mim mesmo, mas ela ouviu.

— Exatamente. O que gostaria de fazer com a “sua” esposa, Peter? — pensei por um momento, sentindo meu coração acelerar.

— Quero vê-la!

— Então veja! — abri o último botão, Katy ficou exposta sobre mim.

— Deita aqui. — a puxei para o travesseiro e fiquei sobre ela.

Katy usava um sutiã e uma calcinha branca. Antes eu jamais tiraria por conta própria, apenas se estivesse muito excitado, e daí as coisas complicariam, mas tirei.

— Levanta um pouquinho, vou tirar esse sutiã. Está apertado, deveria ficar sem ele, hoje.

— Sim senhor! — sorri com o jeito dela, levei as mãos às suas costas e abri o fecho devagar. Katy não tirou o sutiã depois de solto, ela queria que eu tirasse, e tirei, juntamente com a camisa, que agora a deixou quase nua.

— Não quer tirar o curativo para curar mais rápido?

— Não, a tarde eu tiro. — olhei de perto os seus seios tão bem desenhados, e beijei ao redor do curativo.

— Espero que melhore logo.

— Se quiser tirar, eu deixo.

— Tenho uma pomada para quando alguém se fere em missões ou ataques...

— Então, vá em frente! — eu tomei cuidado, beijei a sua pele e puxei.

— Não estava tão grudado! — falei e levantei, pegar a pomada, mas ao voltar a Katy estava me olhando, eu ainda estava nu.

— Acho que olhar não era o único desejo do meu marido! — acabei sorrindo.

— Está vendo coisas demais, Katy! Ele sempre amanhece assim, é comum. — ela arregalou, os olhos, mas não disse nada.

— Caramba! — disfarcei, fui até ela e com cuidado passei a pomada, reparando que o bico machucado enrijeceu, mas ignorei. — Toque o outro seio, Peter. Ele não está machucado.

Meu coração estava acelerado, eu queria muito tocar, colocar a mão e sentir passar os meus dedos, mas também tive medo.

— Não sei se é uma boa ideia...

— Bom... eu sou sua, você pode escolher! — então tomei coragem, levei a mão sobre o seio que não estava machucado e toquei.

— Eu sou a sua esposa, se lembre disso...

Subi até o seu seio, cheguei a encostar a boca, mas começou a se tornar insuportável, tive medo, não podia machucá-la de jeito nenhum, e meu subconsciente me confundia.

— Por isso, preciso parar! — deitei do seu lado, me senti péssimo, queria tanto continuar.

— Posso tentar? — de repente, Katy veio sobre mim, cheguei a abrir a boca quando percebi o que ela queria fazer, eu queria demais e não consegui parar.

— Pode. — eu não poderia privar ela de tudo, Katy me queria. — Também sou seu, Katy! — ainda que meus demônios gritassem, eu não levantaria dali, ela me teria hoje, enquanto quisesse.

— Ótimo! Estou louca para senti-lo de novo na minha boca! — abri a boca de desejo, apertando o lençol para manter o controle e cruzar uma linha imaginária, onde eu não ultrapassaria.

— Então engole, Katy! Juro que não vou te interferir.

Ela simplesmente o colocou na boca, e gemi de prazer. Katy me olhou com fúria, com certeza ela gostava muito do que estava fazendo, pude sentir a sua satisfação.

Não durou muito e senti o meu desequilíbrio voltar, mas eu não cederia, Katy me quer, Katy vai ter!

Deixei que meus demônios gritassem e gritei junto com eles.

— PORRA! QUE BOCA GOSTOSA! AHHH, CARALHO KATY! — ela começou a descer e a subir. — APERTA COM A MÃO! — ela colocou a mão e começou a pressionar tentando chupar e ficou incrivelmente sexy, mas a cada segundo eu me contorcia mais, firmando para a minha mente: fica deitado, não se mova, Peter!

Aquela visão era incrível e ao mesmo tempo que mexia com meus instintos me deixando excitado e com vontade de agredir, a mesma visão me fazia ver quem era que estava ali, era a Katy, a minha esposa.

Meu corpo perdeu o controle quando ela passou a língua, mas eu me mantive firme, fazendo forças e me concentrando em deixá-la à vontade.

— Coloca pra fora, Peter! Grite, goze, viva pra você! — passou a língua e meu corpo suava muito, havia uma briga interna, mas eu venceria isso. — Caramba como é bom fazer isso com você! — Katy falou de um jeito que me senti ótimo, tive vontade de enfiar ainda mais a sua cabeça, mas gozei na boca dela, que deixou escorrer por mim e continuou apertando a boca e nem acreditei quando vi que havia dado certo, ela foi no banheiro e eu consegui soltar o meu corpo na cama e sorri sozinho de alegria.

Katy voltou completamente nua, sorri ao olhar pra ela que sorria também.

— Foi bom? Ou foi difícil?

— Foi ótimo! Me sinto mais perto, agora... — ela deitou na cama e fui até seus pés, fazendo massagem.

— Vai dar certo, Peter! Você só precisa confiar e saber que estou com você.

— Também estou com você, Katy...

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