— Não se preocupe com meus estudos. — Cristina a empurrou para frente. — Apenas cuide bem da sua saúde, ouça o Ivair e não coma tantos doces.
Gisele resmungou.
— Como assim não estudar? Ouvi dizer que aquela que foi trazida de volta tem notas excelentes.
— Isso não é ótimo? A neta biológica da vovó, puxou a inteligência da vovó. — Cristina riu levemente.
Gisele ergueu a cabeça.
— E você, o que fará no futuro?
— Eu sei ganhar dinheiro, não vou passar fome. — Cristina tirou os sapatos e as meias de Gisele. — Ivair, o balde de ervas.
Ivair obedeceu.
— Uhm!
Com uma força surpreendente, ele levantou o balde e correu, enchendo-o de água em um instante e voltando com passos pesados.
Parecia ter uma energia inesgotável.
Cristina já estava acostumada.
Gisele riu.
— Esse Ivair só cresce em força em vez de crescer em altura. Anteontem, o vizinho comprou um par de estátuas de leão de pedra e não conseguia descarregá-las. Ele as levantou de uma só vez, sem medo de quebrar os ossos.
Ao ouvir isso, Cristina ergueu os olhos.
Ivair parou por um momento.
Cristina riu levemente.
— Ele é jovem, claro que tem muita força.
Gisele tocou a mão dela.
— Isso não é força normal, é assustador. Otilia até ficou pálida de ver.
Cristina olhou para trás, displicente.
— Ouviu? Preste mais atenção da próxima vez.
Ivair assentiu com uma expressão ingênua.
Gisele suspirou.

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