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A OBSESSÃO DO CEO: OS TRÊS PEQUENOS GÊNIOS romance Capítulo 696

Ambos dormiram abraçados, selados pelo cansaço de uma noite de entrega absoluta. Alessandro foi o primeiro a despertar. Ele permaneceu imóvel por alguns instantes, apenas observando a mulher amada ainda adormecida ao seu lado.

A camisola de Luana havia deslizado por suas curvas durante o sono; uma parte dos seios estava à mostra e a barra de seda subira levemente, revelando que ela estava sem lingerie. Era um convite silencioso e devastador ao prazer. Alessandro, sentindo o desejo rugir novamente em suas veias, não conseguiu se conter. Com pensamentos de pura luxúria, ele a puxou para seus braços.

Ele tateou a gaveta do criado-mudo e retirou um pequeno frasco de estimulador — um óleo exótico e potente. Começou beijando o pescoço de Luana, que despertou sentindo o corpo do homem já exalando um vigor perigoso.

Mal abriu os olhos e já sentia que ele estava duro como pedra contra sua coxa. Antes que ela pudesse processar o despertar, sentiu o óleo quente sendo massageado em sua pele.

— Lembre-se: não abra os olhos ainda — ele sussurrou com a voz rouca. — Deixe o seu corpo despertar primeiro. Permita-se sentir essa sensação.

— Sim... — ela balbuciou, entregando-se ao comando.

Ele espalhou uma porção da substância nos dedos e levou aos mamilos dela, massageando-os em círculos lentos.

— Ahh... o que é isso? — Luana arqueou as costas, sentindo uma pulsação nova.

— Shhh... concentre-se na sensação.

Ele deslizou as mãos pelas curvas dela, sentindo a umidade natural de Luana já minando, quente e convidativa.

— Alessandro... eu me sinto estranha... meus seios... — ela tentou mover as mãos, mas ele a conteve.

— Peça para mim. Diga exatamente onde você quer ser tocada — ele soprou contra o ouvido dela.

— Meus seios... eles estão queimando... Oh, é tão bom!

— Agora concentre-se na minha voz. Sinta o calor e o frio se espalhando pela sua pele.

Alessandro levou o estimulador para as coxas e a virilha de Luana, subindo lentamente pelo corpo febril dela. Ela se contorcia, mordendo os lábios, inflamada. Ele mergulhou os dedos na substância novamente e, com uma precisão lasciva, penetrou a intimidade apertada dela com os dedos indicador e médio. Espalhou o líquido pelas paredes quentes que se contraem sem parar em espasmos de antecipação.

— Deliciosa, suculenta... só minha — ele iniciou um movimento de vai e vem, enquanto levava à boca a um dos mamilos, que estavam vermelhos como morangos maduros, sugando o néctar que o estimulante fazia brotar.

— Meu Deus... isso é intenso demais! — Luana exclamou, sentindo a rara combinação de ervas da Oceania agir, aumentando sua sensibilidade a níveis astronômicos.

O corpo dela reluzia de suor sob o dele. Alessandro posicionou-se na entrada dela, segurando seus seios com firmeza enquanto encostava a cabeça de seu membro naquela abertura encharcada e escaldante. Ele brincou ali, entrando e saindo devagar, torturando-a com a promessa de preenchimento total.

— Abra os olhos. Agora! — ele ordenou.

No momento em que os olhares se cruzaram, ele se meteu forte dentro dela, uma estocada profunda que a fez perder o fôlego. Luana estava em combustão. Os cabelos dela se encharcaram de suor enquanto o balanço rítmico das estocadas se tornava mais feroz.

— Isso! Vai... me faça sua! — ela gritou, perdendo o controle. — Alessandro, não para!

— Gostosa! — ele rosnou, a libido levada ao limite absoluto.

Em um movimento rápido e possessivo, ele a virou de quatro, pressionando seu tronco contra o colchão.

Entrou nela novamente com uma só investida viril, segurando-a com força. Os gritos de Luana ficaram mais altos, ecoando pelo quarto. A força que ele usava parecia abrir seu corpo, alucinado pelo desejo e pela entrega dela.

— Eu vou gozar... eu vou... ALESSANDRO!

O corpo dela estremeceu violentamente, as paredes internas abraçando-o em um aperto frenético enquanto ela desfalecia de exaustão e prazer. Ele passou o braço firmemente pela cintura dela, mantendo-a presa a ele, enquanto continuava suas investidas finais, frenéticas e profundas.

Alessandro soltou uma risada baixa, um som vibrante que reverberou no peito dela. Após uma noite inteira sendo amada por ele, Luana sentia-se como um arco esticado ao limite: exausta até os ossos, mas envolta em uma paz absoluta. Havia uma satisfação inegável em cada linha de seu semblante, o brilho de quem foi amada com uma intensidade avassaladora.

Ele, por outro lado, parecia renascido. Estava perfeitamente revigorado, como se a maratona de horas atrás fosse o combustível que carregava suas baterias. Sua energia era transbordante e o brilho em seus olhos era de puro triunfo — o triunfo de um homem que sabia que sua mulher estava plenamente saciada.

“Existe realmente uma diferença tão grande na resistência física entre nós?”, ela se perguntou, sentindo-se deliciosamente derrotada. Alessandro se aproximou, envolvendo-a com aquele calor que só ele tinha, e Luana percebeu que, apesar do cansaço, ela estava irremediavelmente viciada na entrega dele.

Alessandro inclinou-se sobre ela, o calor de seu corpo emanando como uma promessa silenciosa. Ele depositou um beijo demorado e profundo em seu pescoço, exatamente onde a pele ainda estava sensível aos seus toques. Luana fechou os olhos e soltou um suspiro entrecortado; a exaustão era real, mas a eletricidade que corria entre os dois era mais forte. Ela sabia, com uma certeza pecaminosa, que se ele a chamasse para a cama mais uma vez, seu corpo encontraria forças em reservas que ela nem imaginava possuir.

— Vamos descer? — sussurrou ele, a voz ainda rouca. — As crianças já devem estar nos aguardando.

Seus olhos não abandonaram as curvas dela por um segundo sequer.

— Hoje, eu devo levar as crianças para a escola? — perguntou ele, mantendo o tom casual, embora o brilho em seu olhar sugerisse que ele preferia trancar a porta e ignorar o resto do mundo.

Luana lançou-lhe um olhar carregado, uma mistura de falsa indignação e um desejo que ela não conseguia mais mascarar.

— Você realmente acha que eu tenho forças para dirigir depois do que você fez? — rebateu ela, a voz ligeiramente trêmula.

Alessandro sorriu. Não era um sorriso comum, mas sim um gesto lento e carregado de uma ambiguidade excitante. Ele deu um passo à frente, reduzindo a distância entre eles até que ela sentisse sua respiração novamente.

— Não — respondeu ele, a voz baixíssima, quase um segredo.

— Eu sei exatamente que não tem, sou muito bom em satisfazer da minha esposa

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