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A Noiva Quebrada do Mafioso romance Capítulo 40

Ava

Acordei com o cheiro dele.

Não sei que horas eram, mas o céu lá fora já dava sinais de um novo dia. Não o tipo de manhã de despertador — mas aquela que chega devagar, entre a neblina do sono e o calor da cama.

Gregório estava ali, deitado ao meu lado, me olhando. De novo.

Ava: “Você tá me olhando há muito tempo?”

Ele sorriu. Aquele sorriso que desarma. Que derrete.

Gregório: “Tempo o suficiente pra agradecer por você existir.”

Minha barriga deu um nó. Ou foi um arrepio. Ou os dois juntos.

Passei a mão pelo peito dele, que estava quente, firme, e fui descendo devagar, por pura provocação.

Ava: “E você planeja agradecer... só com palavras?”

Ele não respondeu.

Só subiu por cima de mim, com o corpo inteiro. Me beijou lento, quente, profundo. A língua dele brincava com a minha como se já soubesse exatamente o que me deixava sem ar.

Eu gemi baixinho.

E ele sorriu contra meus lábios.

Gregório: “Hoje eu não vou te amar com pressa.”

Desceu a boca pro meu pescoço. Beijou, mordeu, sugou. Com calma. Como quem marca território. Eu me arqueei contra ele, sentindo o volume crescente do seu desejo roçando em mim por cima da camisola leve.

Mas ele não se apressou. Beijou meus ombros, minhas clavículas, desceu devagar, tirando a alça da camisola com os dentes.

Os seios estavam ali, sensíveis, esperando por ele.

E Gregório sabia disso.

Me chupou como se estivesse saboreando algo sagrado. Alternava entre o calor da língua e a firmeza da sucção. Uma mão apertava minha cintura, a outra acariciava minha coxa, subindo lentamente.

Ava: “Greg...”

Meu corpo já tremia. Meu sexo pulsava, latejando, implorando por ele. Mas ele ainda não tinha pressa.

Desceu entre minhas pernas, afastou o tecido da camisola completamente e me abriu com os dedos, com uma reverência quase religiosa.

Gregório: “Olha como você tá pra mim...”

E então me chupou.

Lento no começo, só provocando o clitóris com a ponta da língua. Depois mais rápido, mais firme. Ele fazia movimentos circulares, depois verticais. Sugava com força, depois lambia com carinho. Como se cada parte da minha intimidade fosse um mistério delicioso a ser descoberto.

Eu gemia. Sem vergonha nenhuma.

Ava: “Porra... não para... não para...”

Segurei o lençol, puxei os cabelos dele, senti meu corpo todo vibrar. Gozei na boca dele com gemidos altos, intensos, mordendo os lábios pra não gritar.

Mas ele não parou.

Gregório: “Quero que goze de novo.”

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