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A Filha Invisível romance Capítulo 664

“Eu vou conferir o cheque!” gritou um dos empresários. “O resto de vocês—fiquem de olho no Paul. Não deixem ele fugir!”

Dois repórteres o seguiram para fora, câmeras ligadas para registrar tudo.

No momento em que Paul percebeu isso, entrou em pânico.

Quando tentou empurrar Taylor para o lado e fugir, Alan surgiu por trás e torceu seu braço com força.

“Sr. Paul, há pouco você estava todo convencido espalhando mentiras,” Alan zombou. “O que foi? Perdeu a coragem?”

Com um estalo seco, ele quebrou o pulso de Paul sem hesitar. “Enquanto eu estiver aqui, nem pense em fugir. Prepare-se para sofrer.”

Dez minutos depois, um dos pequenos empresários que ainda estava dentro recebeu uma ligação.

Seu rosto mudou na hora. Ele olhou para o cheque na mão, a voz alterada. “Deu sem fundos? A conta está zerada?!”

Ele se virou e acertou um soco bem no rosto de Paul.

“Ele continua mentindo! Esses cheques não valem nada! A Powell Corporation está falida—ele nos enganou!”

Com isso, os outros empresários, furiosos, avançaram sobre Paul como uma multidão enfurecida.

Alan soltou Paul e se afastou.

Ele se aproximou de Taylor e relatou com calma: “Senhorita, seu plano foi um sucesso.

A imprensa já começou a noticiar a queda da Powell Corporation. Em menos de uma hora, as ações vão despencar.”

Taylor suspirou. Esse era o resultado que ela queria—mas a vitória tinha um peso amargo. Tantos acionistas estavam prestes a perder tudo por causa do egoísmo de Paul.

Ela não olhou para trás, para o caos. Ela e Alan saíram do prédio juntos.

Quando chegaram a um canto silencioso e vazio, Taylor parou de repente.

Alan também parou imediatamente.

Ela se virou para ele com uma expressão neutra, impossível de decifrar.

O coração dele disparou. “Senhorita… eu fiz algo errado?”

Taylor cerrou os dentes. “Você não recebeu uma mensagem dizendo para não fazer aquele juramento?”

“Eu te disse que estava agindo sem permissão. Agora vou ter que te punir.”

Alan ficou em silêncio.

Então, num movimento só, ajoelhou-se, olhos baixos. “Alan aceita qualquer punição que a senhorita achar justa.”

Com toda sinceridade, ficou ereto de joelhos, levantou o cinto acima da cabeça com as duas mãos—oferecendo-o para que ela o punisse.

Mas, após alguns segundos de silêncio, Alan olhou para cima, confuso.

Nenhuma reação?

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