A equipe forense encarou a imprensa e anunciou: “Essas fotos foram tiradas com ângulos manipulados para criar impressões enganosas. Elas não são provas válidas.
Essa acusação falsa já foi analisada pela polícia. Se algum veículo de comunicação espalhar essa desinformação e causar danos à reputação da Srta. Taylor, ela terá base para processar com o relatório policial de hoje — e vai ganhar, sem dúvida alguma.”
Taylor virou-se triunfante para Paul e disse, com uma falsa compaixão: “Sr. Paul, não sei qual idiota você contratou para tirar essas fotos, mas parece que você foi passado para trás.
Provavelmente gastou uma fortuna nessas imagens inúteis. Que pena — esvaziando o bolso só para alimentar sua obsessão por mim.”
O sorriso forçado de Paul ficou congelado no rosto.
Justo quando sua armação desmoronava diante das câmeras, uma voz calma ecoou pelos alto-falantes.
“Hoje, eu, Alan, peço que a imprensa seja testemunha...”
Taylor, ainda embalada pela reviravolta, virou-se surpresa. Alan havia pegado o microfone.
Seu tom era firme. “Como servo da família Kendall, como guarda-costas da Srta. Taylor, sei meu lugar. Jamais ultrapassaria meu papel ou me envolveria com a Srta. Taylor além do meu dever. Se algum dia eu fizer isso, que eu tenha um fim miserável.
Este juramento não é uma defesa — é um aviso: quem ousar espalhar sujeira sobre minha senhora novamente, eu, Alan, não descansarei até resolvermos isso.”
Seus olhos cravaram ferozmente em Paul.
Os flashes das câmeras não paravam, capturando o juramento de Alan por completo.
“Parece que ele é mesmo leal”, alguém sussurrou. “Antes ele não quis jurar, mas agora que tudo ficou claro, faz questão de declarar em alto e bom som. Isso o torna mais convincente.”
“Exatamente. Uma mulher inteligente e capaz como a Srta. Taylor jamais se envolveria com um guarda-costas. Aquilo foi pura calúnia.”
“O Paul acha que todo mundo joga tão sujo quanto ele.”
Mas Taylor ficou paralisada.
Por que doía tanto ouvir Alan jurar algo assim?
Não era culpa — era frustração. Porque ela era impotente para proteger seus próprios aliados. Alan teve que se humilhar publicamente só para defendê-la.
Ela cerrou os punhos e disse friamente: “Paul, você já causou confusão demais. Agora é minha vez.”
Dito isso, ela bateu palmas duas vezes.

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