No dia em que o Sr. Gerardo foi internado, Elsie havia sido borrifada da cabeça aos pés com fluidos corporais — sem o menor resquício de proteção. O seu risco de infecção era alarmantemente alto. E, agora, uma das enfermeiras presentes naquele mesmo dia tinha acabado de morrer.
Wyatt fez uma longa pausa antes de prosseguir. “Elsie está com febre baixa.”
Embora Yunice tivesse se preparado, sentia-se entristecida. Quando as pessoas ao seu lado começam a cair, o medo se torna impossível de ignorar. Os seus pensamentos imediatamente se voltaram para Owen – que também não estava usando equipamento de proteção naquele dia. “Aferimos a temperatura todos os dias”, ela o tranquilizou. “Se estiver anormal, paramos de trabalhar. Estou muito bem. Usei proteção completa quando vi o Sr. Gerardo.” Exceto quando Elsie pegou os seus óculos.
Nesse momento, alguém bateu na porta do banheiro. “Yunice, você está pronta? Preciso começar a minha ronda”, gritou Tommy.
“Vá em frente.” Ela se levantou rapidamente. Não conseguia mais falar com Wyatt. “Você precisa me contar mais alguma coisa?”
“Volte para o trabalho”, respondeu Wyatt, com a voz firme.
Então o walkie-talkie ficou em silêncio. O olhar de Wyatt permaneceu nele, estreitando-se ligeiramente. A voz daquele homem... Que falava com Yunice. Quem era ele?
Os seus pensamentos foram interrompidos por uma ligação de Laurie. “Sr. Wyatt, a febre de Elsie está subindo”, ela disse em tom sério.
Esse era o primeiro sinal de que a infecção estava progredindo.
Wyatt ficou gélido. “Trate dela. A todo custo. Quero ver se essa doença pode ser curada. Elsie está em suas mãos agora — deixe-a ganhar a vida.”
Se Yunice estivesse infectada, ele usaria Elsie para testar os medicamentos primeiro. Se ela sobreviveria ou não, era irrelevante.
Yunice e Tommy estavam transportando outro paciente.

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