O veículo médico passou pelo último posto de controle com sucesso.
Assim que a porta se abriu, ela foi selada novamente. Daquele momento em diante, ninguém mais teria permissão para sair do hospital. Toda a instalação estava agora sob rigoroso isolamento e vigilância constante. Este era o último veículo a sair.
Wyatt, já com equipamento de proteção, não esperou que o veículo parasse completamente. Avançou imediatamente em sua direção.
Um supervisor tentou impedi-lo. “Sr. Wyatt, por favor — tem muita gente por aqui. Vamos esperar até chegarmos à zona segura.”
Wyatt o empurrou para o lado e subiu no degrau do veículo. “Preciso confirmar.” Ele já tinha visto coisas demais para confiar cegamente. Sob condições extremas, sabia da perversidade das pessoas e, por isso, precisava ter certeza de que era Yunice quem havia aparecido.
O supervisor não conseguiu segurá-lo.
Wyatt espiou o interior do transporte. Todos lá dentro estavam hermeticamente fechados. Era impossível dizer quem era quem — nem mesmo o gênero podia ser claramente distinguido.
Os passageiros o encararam em silêncio.
Wyatt estreitou os olhos. “Yunice?”
Os passageiros se entreolharam e miraram num canto do veículo.
Seguindo os olhares, Wyatt avistou uma figura frágil encolhida num canto — claramente uma mulher. Mas ela havia se escondido atrás de outras pessoas, tentando intencionalmente se manter escondida. Só isso foi o suficiente para deixar Wyatt de coração apertado. Ele invadiu o transporte, caminhou até a mulher e a agarrou pelo braço. “Onde está Yunice?”
Se Yunice realmente estivesse ali, ela nunca teria recuado diante dele.
Ela não conseguiu sair! Alguém ousou trapacear, bem debaixo do seu nariz.
Elsie tremia, assustada demais para falar.
Wyatt esperou meio minuto. Então, perdeu a paciência e arrancou o protetor facial dela.
A expressão aterrorizada de Elsie foi imediatamente revelada a todos ao redor.

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