O ritmo sincronizado fazia ela entrar em compulsão, seu corpo queimava e delirava sob as mãos desse homem, seus lábios desejavam os dele com um desespero que a assustava.
Arqueando as costas, ela empinava de encontro a pélvis dele, obedecendo seus comandos obscenos.
- Se toque para mim – Ícaro conduziu a mão dela até o clitóris inchado e sensível, manuseando seus dedos lentamente. – Isso, assim. Boa menina.
- AHHH... Ícaro.. isso é..
- Delicioso, não é mesmo? – suas palavras eram acompanhadas das investidas potentes dentro dela. – Agora abra mais as pernas, vou te comer até você gozar. Entendeu?
Perguntou ele dando um tapa forte em suas nádegas.
- Oh... oh oh..
- Responda, Amélia. – Ícaro agarrou os seios dela, beliscando seus mamilos.
- E.. entendi..
- Você deve dizer, Sim ou Não. – acariciou a pele sensível do mamilo intumescido. – Agora diga. Você entendeu a minha ordem, Amélia?
- Si.. SIM! – gritou, quando ele afundou em seu corpo de uma só vez.
Os gemidos dela ecoaram pelo quarto, Amélia separou mais as pernas, obedecendo o homem que transformava seu corpo em uma máquina de luxúria.
Ícaro enrolou os cabelos dela em seu punho, os movimentos mudaram, se tornando tortuosamente lentos e firmes, atingindo seu ponto G.
- AHHHH ÍCAROOO!!!!! EU ESTOU GOZANDO! – gritou, completamente delirante de prazer, a mão dela amoleceu sobre a cama.
- Eu não mandei você parar de se tocar! – o tom ríspido, autoritário e sexy pra cacete fez Amélia delirar. – Continue se tocando, pequena!
Outro tapa forte em suas nádegas foi desferido.
Ela voltou a masturbar sua intimidade, que jorrava seu gozo quente, encharcando sua mão.
Sem aviso, ele pegou sua mão, lambendo seus dedos, sugando cada vestígio de seus fluidos.
- Isso aqui é meu, é tudo para mim.
Letárgica pela onda de prazer que atravessava seu corpo, nem viu que ele invertia seu corpo. A língua de Ícaro invadindo sua buceta, com fome e desejo, a surpreendeu.
Ícaro transformou todo o conceito de mulher que tinha de si mesma.
A intensidade do clímax não os fizeram parar nem por um minuto. Ícaro a carregou para o chuveiro, e depois de ligar o jato de água morna, voltou a degustar sua carne, penetrando-a contra a parede de azulejo fria.
Esse homem incansável, não interrompia suas estocadas mesmo lavando seu corpo lânguido e quente com o sabonete em uma de suas mãos.
Ele a levava à loucura quando sentia mais uma vez a liberação completa de seu desejo. Ícaro virou Amélia de frente para ele, aproveitando seus gemidos de satisfação a segurou pelos cabelos, mamando em seus seios como um bezerro faminto.
As pernas dela amoleceram, fracas de desejo, ele retornou para sua boca, beijando seu lábios de maneira sedutora, lavou com o sabonete suas curvas, agarrando, apertando e acariciando. Quando pensou que tinha acabado, ele afundou novamente entre suas coxas se movendo firmemente dentro dela.
As mãos dele a seguraram de pernas abertas, contra a parede, metendo aquele cacete enorme cada vez mais fundo, a barba dele tinha o cheiro dela, a boca se fundiu a dela, abafando seus gritos delirantes.
Mais uma vez gozaram exaustos em total sincronia. Amélia se sentia derreter naquele vulcão de prazer incandescente, suas pernas não obedeciam mais.
Ela se deixou carregar novamente de volta para a cama. O cheiro dele se misturava ao seu, trazendo uma sensação de segurança e intimidade que ela nunca teve.
- Você foi incrível, pequena. Agora descansa, eu vou cuidar de você.
Ícaro a aconchegou em seus braços, rapidamente ela adormeceu, ouvindo as batidas do coração dele como uma música cadenciada.

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