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A Esposa que "Morreu": O Despertar da Obsessão romance Capítulo 218

Beatriz falava sobre o avanço atual da pesquisa, os problemas com a tecnologia e os ajustes nas atualizações do plano.

Quando chegou nos pontos focais do projeto de pesquisa, ela cruzou os olhos em Helena sem expressar reações, o timbre sem abalar soou: — Membros operacionais menores que a classificação de segurança não devem entrar aqui agora, liberem a sala.

Helena apertou a expressão, firmando o chão ela levantou do nada num som sem vontade aceitando o desaforo.

— As folhas do meu currículo compõem no tecnológico também. O porquê eu fico nas laterais da roda da companhia?

— O pessoal domina nos pensamentos pra botar pedras nas rodagens, é isso Diretora Nogueira? Contas e brigas de vida são para lá. O corporativo é fora de fofoca.

Em voz de todos na mesa, as contrariedades que se pautavam ali abriam os espaços pra problemas nela mesma.

Os olhares na roda entrelaçaram-se em constrangimento pelo silêncio, deixando a sala num gelo.

Um comentário abafado soou: — Realmente, os certificados que ela obteve e os talentos no quadro são o suficiente pra entrar na pesquisa de fato, não acha...

— Põe dúvidas no coração, de botar pessoas sem o porte todo deixando as cabeças brilhantes lá embaixo limpando lixo e sobras da papelada. Tem razões né...

Num passo cauteloso em meio às perguntas voltaram-se a Beatriz com um pé atrás: — Diretora Nogueira, os bastidores rodam. Tem algo com os talentos e os focos de Helena ser demais na visão do Sr. Valente e com isso uma rejeição vem à tona. Será que as repressões têm algo com o risco dos ganhos que iam passar pelos seus e, no caso, evitar o perigo é esconder as chaves dela?

Tudo fluía e ouvia de perto, e no que era levado aos ouvidos trazia veneno com o ódio claro ali no tom dos próprios comentários enviesados.

Sem recusa nisso, os talentos listados a fundo na bagagem de Helena se passavam sem precedentes. Os canudos fora da nação e as áreas todas estavam longe nas métricas de mercado do que ela mesmo passou na sua.

Mas o que se carrega no intelecto entra por vias diferentes das vontades dentro de quem você se vê.

Ela botava os pés sem ver. No alto ego que ela se criava as rendas vinham pelo luxo sem suor pro cargo de chãos e raízes que sustentavam o trabalho para focar num salto milagroso indo direto à cereja do bolo pra catar os triunfos já práticos.

Beatriz sempre abdicava das disputas nas questões morais que tivessem o pessoal para diminuir pessoas. O corporativo ia acima com os princípios morais a jogo de cara na reta.

— Ok.

Beatriz apenas repousou a caneta sobre a mesa com calma. Encostando as costas na poltrona do local que tava. Passando nos rostos e lendo todos na calma habitual dela de sempre, com seus olhares no meio do ambiente.

— Para todos nesta sala que pretendem defender a Srta. Nogueira, sintam-se à vontade para sair com ela.

Os barulhos da ferramenta caindo nem abalaram, batendo numa rocha ao longe caindo nas poeiras num medo escondido. Naquele ambiente o breu se acalmou no último.

O papel da chefia do controle do cargo foi puxando o limite de liderança a tona por um momento.

Ninguém bate de frente indo nos ventos que voam por uma novata da empresa nas vagas do cargo pondo pratos do amanhã deles próprios na jogada.

O talento de Beatriz, os passos ao longo da pesquisa, os resultados alcançados pelo esforço com suor no poder e ação na Seraphina Biotech eram claros de vista e conhecidos a todo mundo ali.

E se botasse penas ao lado lá no fundo o máximo se dizia sem alardes no privado das vidas num lado do muro, só ninguém botaria de cabeça as mãos nos panos num time para apanhar sem rumos na vida.

Segundos passaram. Helena soltou um som baixo numa provocação que saiu dos seus dentes puxando os bicos num ódio na rejeição por rir lá pra dentro.

— Tá.

O homem abaixou as canetas rodando nas pontas em suas posturas para olhar parado o rosto ali fitado e falou nos mesmos tons de controle normal na frente: — Os que entram nas retaguardas não profissionais que cita nas suas palavras lá na conta dos recados aí de hoje quem são nos seus olhos de quem fala?

— Você nos seus próprios olhos no coração sabem perfeitamente quem apontam nas ideias que passo, — a moça rebateu batendo na certeza forte ali na hora dela lá nos avisos da conversa nela ali com ele em cara mesma.

O dono num som calado respondeu rindo com sentido indecifrável numa pergunta devolvida nas posturas firmes que mantinha e de leve soltou pra escutar de volta nela: — Srta. Nogueira, ponha o dedo no espelho que fala pra perguntar primeiro.

— Se a Seraphina ignorasse favores nas entradas e pulos para o avanço dos passos ocultos, você bota fé nos critérios próprios da sua vida se haveria nos talentos pra colar direto lá na elite do estudo sem passar pelas seleções ou passos de ninguém aí e com todas essas habilidades caindo do nada num avião?

— Da porta principal pro fim do prédio inteiro a lista dos ligados a caminhos nos fundos cortando nos buracos a sua vaga desde o passado e no futuro em todos os caminhos dessa rede tem você na cara isolada nisso na listagem lá num fim do papel sozinha.

Os discursos limpos batiam lá sem cortes nenhum e dó não cabia para amenizar no peso solto ali no vento caindo feito uma pedra no rosto dela própria no local sem ter escapatórias de voltar e sem piedade para manter papas na língua.

Helena parou no riso. As peles caíam nas sombras azuis para as pálidas nos papéis sem segurar as poses contidas de delicada em classe chique desmoronando sem base na sustentação.

Não imaginou nos voos do Gabriel abraçando a defesa para a mulher nos níveis aí e em meios na galera rompendo os contatos em escândalos nas luzes botaria panos nas cobertas nos fins do rumo das discussões todas de lá de frente para se opor naquilo tudo que batia nela mesma agora.

— Presidente Santos, escolher pela capacidade nos postos é priorizar, e não pular pra fora com ações da pressa em cautela é o que conta, — e com a expressão num desespero e preocupações forjados, assumia na boa intenção a falar nela ali com ele: — Estou com a companhia nas posições da evolução real no bom senso das avisões da alerta do momento em caridade avisando de bom grado e a ajuda sem más ideias.

— Obrigado. — E em respostas monótonas de cortes secos e frios que afastavam sem dó pra fora dos assuntos lá dali na postura que o mandava falou em voz sem sentimentos nela ali — Os avisos deixarei nos papéis pra guardar e se acabou das posições e sem outras novidades de serviços de trabalho a falar, liberada para ir às saídas e fechar as portas da sala lá no outro canto para lá de vez logo.

Pra si ela bateu que os furos nas peças soltas no riso do patético se mostravam nos ares.

Mantendo nos mimos dela manipuladora mexendo no time pra misturar em fumaça de encrencas as culturas numa lixeira total sem punições e em Gabriel em abraços na cega aprovação nela a ponta da lança no meio de tudo em vista botando ela num cargo nos panos pra tudo em silêncio.

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