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A Esposa que "Morreu": O Despertar da Obsessão romance Capítulo 216

A realidade devolveu o golpe e bateu pesado. Toda a soberania anterior, aquele ar de dona do lugar que a moça sustentava acabou ali na mesma hora.

Beatriz continuou estática. Nada demonstrava as emoções dela. Começou o papo firme e controlando a conversa: — Conferiu as palavras?

— Agora pega seus pertences e as coisas do rapaz e não me deixem as pernas, só vão.

— Mas se precisar pensar no tempo de sobra, ligo pro síndico e meu advogado, tudo acaba com vocês pagando fora de área.

O silêncio do outro lado causou fúria na Helena, deixando ela se remoendo em nervosismo.

Helena inspirou. As mãos dela ficaram agarradas tentando acalmar a situação constrangedora, mas nunca ia chegar no ponto anterior do início.

Nunca previu isso nas contas dela. O casamento que ela armou desde sempre se localizou no terreno da Beatriz. Com o ego enorme, a vergonha dominou ela por si.

Ela era educada, mantendo na sua índole o orgulho de quem passou num instituto que ninguém alcança.

— Isso resolve no mesmo momento em que Arthur chegar e nós vamos tirar as explicações.

Terminando de comunicar, abraçou Hugo com as caras fechadas: — Hugo, vamos nessa.

Beatriz estava cravada ali no meio e seguiu o olhar nos sumiços dos dois. Riu e descartou um desdém por ali.

A primeira jogada que pensou com eles era arranjar uma discussão formal para passarem para longe. A Beatriz dominou nas investigações de desenvolvimento do trabalho que já precisava da sua ocupação, perdendo esse tempo de lazer.

A oposição dependia com unhas de uma costa quente, comandando a residência de alguém pra passar superioridade e controle no topo. A resposta estava entregue no meio dali.

Resolvendo nos trancos e arrancos para dominar do seu próprio pedaço de chão e direito.

-

Pela manhã, Beatriz alcançou os andares da Seraphina Biotech e já tocou no telefone o aviso do contato das moradias.

A voz era animada confirmando a subida das casas à noite e um dono da conta já pagando em vista.

Questinou os horários abertos para ver os terrenos sem compromissos com as assinaturas.

O som veio para estranhar a ocasião, soando incomum e inusitado.

Ponderando que ia sobrar a Helena batendo cabeças e lutando pelo Arthur. Para a sua sorte, o problema jurídico fugiu na oportunidade ao desocupar.

Agendaram e as batidas eram no final de tarde na mesa de contrato na corretora imobiliária.

Desligando, ela voltou com tudo para suas obrigações diárias e continuou agindo no serviço.

Seguindo as palavras dadas, Helena era designada pro local trabalhando e confirmando seu estado junto na lista dos técnicos em desenvolvimento da empresa.

Bateram e passaram 60 minutos o ponto, ninguém tinha pego sinais nas caras da mulher lá no quarto.

— Não duvido na grandeza das escolas lá de fora na área dela, nível inalcançável.

A conversa continuava entre as mesas, seguidas das batidas nas palmas admiradas dos rostos de todos presentes.

Ao final do palco da sessão, Beatriz, nos braços da base nos setores do estudo, delegou as funções de um atendente normal das papeladas a Helena nos cantos de organização do histórico dos trabalhos na lista oficial dos passos.

Helena fitou na frente com a direção, a expressão sem conformidade, em resposta de raiva em gargalhadas que causou deboche de rancor e rejeição.

— Isso e eu? Botando e encaixando páginas de dados inúteis da lixeira?

Sentada à mesa com calma, Beatriz fitou ela, — A direção é do líder. Se encontrar um dilema, submete isso ao Presidente Santos num documento.

Na sua própria casa na mente, entendia o movimento de Helena nas vagas ali, em foco a caçar e dominar do projeto nos passos principais apoiado pela administração, dando poder nas mãos.

Apesar dessa luta, a intenção ia ao limite da parede da rejeição na linha dos assistentes com um toque a zero na base oficial dos estudos da empresa. Sem chances ao sucesso nas portas erradas.

Helena alinhou nos cargos como especialista nos focos das áreas e sem papel pra lixeiras da companhia.

Em sua percepção, o nível e a cadeira em que Beatriz atuava usava da oportunidade ali na vida batendo as dores do peito num castigo cruel e certeiro.

Gargalhando consigo internamente, pensava nela sem grandes percepções e pouca imaginação a frente dos olhos de grandeza.

Num último espreito, o fogo apagou para aguentar os fatos e na finalização sem rebater a situação, engoliu as raivas de choro a bicos calados indo na linha a listar documentos num lado na sua mesa da área.

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