Entrar Via

A DOCE VINGANÇA DO CEO SEM CORAÇÃO - IMPÉRIO CLIFFORD I romance Capítulo 81

Falávamos pouco, fazíamos muito. Éramos como dois ímãs, que não conseguiam ocupar o mesmo espaço sem estar um grudado no outro, neste caso eu dentro dela.

Mas os dias passaram e chegou a data da comemoração do meu aniversário na casa do lago.

A propriedade era da minha família, pertencente aos meus pais. Depois que eles morreram e os bens foram divididos, foi uma das partes que ficou para mim. Eu poderia ter vendido, mas não o fiz porque tinha vontade de levar Mônica para lá algum dia e lhe tinha feito a promessa. Mas infelizmente não deu tempo de cumprir. E era um lugar onde poucas vezes nossa família realmente pareceu família. Então, embora eu não quisesse admitir, as poucas partes boas da minha infância estava ali.

Decidi ir de helicóptero e descobri que Olívia nunca tinha viajado daquele jeito. Assim que entramos na aeronave, ela sorria o tempo todo e não parava de falar, me deixando tonto. O sol da manhã estava fraco e os raios que entravam pela parte transparente faziam com que os cabelos dela brilhassem num tom castanho avermelhado, que combinava com o cachecol vinho que envolvia seus ombros. O sorriso dela era constante. E eu já sabia a forma exata de sentir suas lágrimas: com meu pau dentro da sua boca, quase alcançando sua garganta. Exceto desta forma, meu Chuchu era só entusiasmo e alegria.

Quando o helicóptero pousou na propriedade, tive vontade de cancelar tudo e viver aqueles dias somente com ela, abrindo mão dos meus dez anos de planejamento da vingança perfeita.

Enquanto andávamos para encontrar o carro que nos esperava alguns metros adiante, Olívia pegou minha mão. Olhei na direção dela, que sorriu, fazendo com que meu coração acelerasse. Ela irradiava calor... No olhar, no corpo, na alma.

E se não bastasse, me puxou contra seu corpo e pôs meu braço em cima de seu ombro:

- Sempre sonhei em andar assim com alguém. – Confessou, com aquele sorriso que me fazia virar o homem mais indeciso da face da Terra.

Respirei fundo e decidi que era melhor aproveitar até o último segundo. Era tarde demais para voltar atrás. Não poderia botar dez anos a perder por conta de meses... E uma boceta.

No fundo eu sabia que ela era bem mais do que uma boceta. Mas preferia enganar a mim mesmo e não ousava pensar em nada com relação a Chuchu. Quando algo em mim titubeava, eu focava em Mônica. E lembrava do exame de gravidez que estava emoldurado num quadro na parede do meu quarto.

Entramos no carro e fomos levados para a casa principal. Era uma construção antiga, mas de muita qualidade, requinte e bom gosto, uma das mais caras da região dos lagos.

Feita num estilo rústico, imitando uma cabana, porém de tamanho grandioso, a casa ficava rodeada de pinheiros frondosas e um gramado e a porta principal dava para o lago, que era visto entre os troncos, tornando a visão simplesmente perfeita.

Tinha campo de golfe, quadras de basquete e tênis e vários ofurôs espalhados por diferentes espaços externos. O casal que cuidava da propriedade eram os únicos que trabalhavam na parte interna, por uma questão de segurança. Como o lugar raramente era ocupado, eu não gostava de funcionários estranhos na parte mais pessoal e íntima do lugar.

Apresentei minha esposa ao casal que cuidaria de tudo e antes que pudéssemos entrar na casa o automóvel com a família dela chegou.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A DOCE VINGANÇA DO CEO SEM CORAÇÃO - IMPÉRIO CLIFFORD I