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A DOCE VINGANÇA DO CEO SEM CORAÇÃO - IMPÉRIO CLIFFORD I romance Capítulo 79

POV GABE

Ter uma mulher completamente nua sobre a minha mesa de trabalho era uma coisa que nunca esteve nos meus planos. Sempre fui muito focado na empresa e em tudo com relação a ela, sempre levando com seriedade e nunca misturando com prazer.

Mas também nunca planejei casar com a mulher do homem que eu mais odiava. No entanto ela estava ali, tão linda, tão frágil, implorando por mim. E droga... Eu não resistia ao seu corpo que parecia mexer com cada célula do meu, como se tivessem nascido em simbiose e precisassem estar conectados para que eu pudesse me sentir vivo de novo.

Passei a mão vagarosamente sobre a pele de Olívia, sentindo a maciez e delicadeza. Era morna. Seu gosto era doce. E um perigo para minha sanidade e planos. Chuchu era a forma de eu atingir meu maior inimigo. E ao mesmo tempo a única coisa que poderia me destruir.

Imaginei minha vida sem ela. E caralho, que porra de vida vazia e sem graça. Aquela garota exalava sexo, vivacidade, luz, alegria e tudo que eu não via há tempos na vida.

Mas eu também sentia aquilo com Mônica. No entanto minha namorada não estava mais viva. E o culpado foi o pai de Olívia.

Quando minha mão alcançou a protuberância de sua genitália, não contive o desejo de observar a reação em seus olhos e boca. Os lábios se entreabriram e ela arqueou o corpo levemente. E Deus, como eu desejei tocar meus lábios nos dela, sentir o gosto da sua língua enroscando na minha...

Achei que fosse gozar ali mesmo, sob a calça, só de senti-la entre meus dedos e imaginar a troca de um beijo de língua. Até quando eu aguentaria aquele jogo de corpos, sendo que talvez estivesse envolvido até o meu último fio de cabelo emocionalmente?

Ela tinha os olhos castanhos mais lindos que vi na vida, emoldurados sob a sobrancelha escura e espessa, os cílios volumosos, a maçã do rosto levemente saliente e a boca que mais parecia um coração, tanto no formato quanto na cor.

E aquele espetáculo de mulher, deitada nua na minha mesa, era minha. Minha esposa. Minha vingança. Minha destruição.

Num ímpeto, já não aguentando mais, enfiei dois dedos dentro da sua boceta, fazendo com que arqueasse ainda mais o corpo, engolindo-me enquanto eu sentia sua cavidade morna e lubrificada, palpitando desesperadamente pelo meu pau... Que implorava para estar ali.

Meu telefone de cima da mesa tocou e puxei com força, arrancando da tomada. Nada nem ninguém me impediria de foder minha esposa. Se um avião batesse naquele andar, eu morreria sobre ela. E jamais teria certeza se o gesto foi para protegê-la ou porque necessitava fodê-la.

Puxei Olívia com força, a pele sendo arrastada na rigidez da mesa. Abri suas pernas e enfiei-me entre elas, no lugar que nasceu para receber o meu pau. Virgem, linda, nunca tocada por ninguém a não ser por mim. E assim seria para o resto da vida. Jamais tive algo na vida tão meu quanto aquela mulher!

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