Afastei-me um pouco e pus minha mão sobre a dela, ajudando-a nos movimentos, fazendo com que a mão fosse de uma extremidade a outra do meu pau, os dedos firmes, mas não com força.
Conforme seguíamos num mesmo ritmo, percebi o sorriso no rosto dela. E então deu um beijo na minha bochecha, talvez como agradecimento pelo orgasmo que a fiz ter anteriormente. Quando eu estava prestes a gozar, tirei meu chuchu da bancada, pondo-a de costas para mim, fazendo sua barriga encostar no móvel em mármore travertino. Deitei sua cabeça na pedra, arredei a calcinha minúscula e me enfiei nela, fodendo-a com toda minha força, ouvindo-a gemer conforme minhas estocadas.
Peguei suas mãos e as imobilizei para trás, sobre a própria bunda, enquanto via meu pau entrando e saindo de dentro dela. Caralho, por que mesmo eu não a fodia o tempo inteiro? Por que eu não morava na porra da mansão Clifford e ficava 24 horas dentro daquela mulher?
Não aguentei muito tempo e gozei dentro dela, urrando de prazer enquanto via suas mãos presas às minhas, a bunda empinada para me receber.
Um som na porta me fez virar a cabeça para trás e avistei uma senhora uniformizada, que logo fechou a porta, sem dizer uma palavra sequer.
- Porra! – gritei, passando a chave na porta.
Como pude ser tão idiota? Por que não lembrei de trancar a porta com a chave? Talvez porque minha intenção não era transar com Olívia ali? Ou já a tirei da sala de reuniões para fodê-la na do café?
Ergui minha calça enquanto Olívia seguia parada, me olhando. Suas bochechas estavam avermelhadas e a respiração ainda ofegante. Vi meu esperma escorrendo pelo interior de suas coxas e peguei um grande rolo de papel descartável que tinha ali e arranquei algumas folhas, limpando-a. Ela seguia muda, sem dizer uma palavra sequer, o que era bem estranho.
- Vista-se. – Ordenei.
- Eu não tenho mais roupa. – Olhou para o vestido no chão.
- Como este é o seu uniforme, suponho que tenha vindo com uma roupa para trocar aqui.
- Não, não vim com outra roupa. Achei este vestidinho tão gracioso... Que vim com ele.
- Me diga que o motorista que contratei não sabe desta porra de você trabalhar na minha empresa.
- Aragon? Bem, ele não pode me impedir de nada.
- Aragon? Agora você sabe o nome do motorista?
- Queria que eu o chamasse de “motorista” para sempre? Somos amigos.
- Amigos? Ele é a porra do seu motorista. Agora ficou amiga dele assim como de todos os homens da empresa que pediram café para você? – peguei-a pelo queixo, imprensando-a contra a parede, com força – Com quantos dormiu?
- Só com o CEO. – Falou com dificuldade pelo fato de os lábios estarem levemente comprimidos pelos meus dedos.
- Se foder com outro homem eu mato você, Olívia.
- É só você me foder, marido! – sorriu enquanto se soltava do meu domínio – Desta forma não preciso encontrar outro que apague meu fogo. Porque de você não quero só que apague meu fogo, Gabe... Quero que queime comigo.
- Desfaça agora esta porra de “moça do café”.
- Quer que eu me demita?
- Ou se demite ou eu vou demiti-la.
- Se me demitir eu trabalharei em outro lugar.
- Fazendo café? – debochei.
- Posso fazer outras coisinhas – provocou – Depende de para que me contratarem, afinal, eu só quero um emprego.
- Você é minha esposa. Não precisa de dinheiro.
- Eu não sou o tipo de mulher que você deixa em casa o dia todo, Gabe, como se fosse um bibelô.
- Volte a estudar.
- Não sei o que quero fazer na faculdade.
- Vá fazer compras.
- Posso gastar seu dinheiro de forma mais útil do que fazendo compras.
- De que forma?

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