- Chame os seus amigos do disk sexo!
- Para você me envergonhar e quebrar toda a casa?
- Olívia, me deixe em paz.
- Tudo bem, se é isto que quer. – Estava indo em direção à porta quando Gabe puxou meu braço, fazendo-me parar.
- Como está... O seu... Machucado no ombro?
- Vou sobreviver.
- Eu... Não queria que tivesse sido tão forte.
- Relaxa, Gabe. Eu gostei!
Gabe arregalou os olhos:
- Eu... Não lembro muito bem do que aconteceu...
- Transamos. Foi bom. E eu era virgem. Deixei a prova no seu quarto.
- Como assim?
- Vá ver! – sorri e puxei o braço do domínio dele, saindo.
Tomei outro banho, pus meu body splash favorito, Victoria Secrets, com glitter. Eu adorava o cheiro delicado misturado ao brilho que dava na pele. Nada chamativo... Somente atraente.
Escolhi um vestido preto simples, curto, de gola alta e sem mangas. A mordida ficava tão evidente que fiquei incerta sobre mostrar a Gabe como tinha ficado.
Desci para o jantar, incerta se ele faria o mesmo. Nunca havíamos feito uma refeição juntos naquela casa. Mas por algum motivo eu achava que naquela noite seria diferente.
Sentei-me à mesa, na cozinha, enquanto a empregada me servia.
- Onde está a cozinheira? – Perguntei.
- Ela foi demitida, senhora Clifford.
- Por quê? Ela fazia uma comida tão boa!
- Eu... Sinceramente não sei.
Antes que eu desse a primeira garfada, Gabe entrou.
- Por que comer na cozinha? Não aprendeu que devemos comer num local próprio para isto?
- Comida é comida e não importa onde comemos. Aquele lugar é grande demais para nós dois. Fica muito impessoal. – Reclamei, pondo a primeira garfada na boca.
O peixe grelhado estava gostoso, embora um pouco sem gosto. As verduras refogadas com sementes um pouco salgada. Por sorte as batatas sautés estavam divinas.
- Senhor Clifford – a mulher falou para Gabe, amedrontada – Eu não sabia que o senhor viria para o jantar. Então... Não lhe preparei nada. Porque... O senhor nunca vem para o jantar... E nem para o almoço... E...

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