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A DOCE VINGANÇA DO CEO SEM CORAÇÃO - IMPÉRIO CLIFFORD I romance Capítulo 163

- Como pagará o advogado, caso precise?

- Eu... Estou trabalhando.

- E se pagar o advogado, como alugará a casa?

- Rita também está trabalhando.

- Se encontrar um advogado que aceite entrar com o pedido de divórcio, lhe cobrará um valor bem alto. Está ciente disto?

Sim, eu estava. Mas eis uma coisa para qual Jorel me alertava e que eu não havia pensado.

- Vai me oferecer dinheiro para pagar o advogado? – Ri.

- Na verdade não... Se você tivesse o dinheiro guardado, eu pediria emprestado. – Riu também.

- Você... Está brincando, não é mesmo?

- Não! As chances de eu fazer o seu dinheiro dobrar são bem boas.

- Num jogo? – Fiquei confusa.

- Já jogou?

- Jogo da vida? Sim! – Me fiz de desentendida.

- Estou falando da roleta. É a mesa que tem a menor vantagem da casa, por isto tem um maior potencial de retorno aos jogadores.

- Você precisa se tratar!

- Não sou um viciado. Só curto o jogo!

- Não, você aposta. Então não é “só curtir”. – Caralho, agora eu entendia o motivo pelo qual Gabe não deu o dinheiro todo da venda da Clifford a Jorel. Era óbvio que o irmão gastaria tudo. Assim como se desse todo o valor da parte de Aneliese, o filho da puta do marido dela seguiria investindo nos maus negócios e poderia levar a família à ruína, deixando Rarith com um futuro incerto, mesmo vindo de uma família rica.

Mas até que ponto Mônica tinha dinheiro? E se a gravidez dela foi para fazer com que Gabe ficasse preso a ela pelo resto da vida?

E se ela fosse uma boa pessoa e eu estivesse pensando mal dela só por ciúme?

Aliás, por que mesmo eu estava pensando em Mônica enquanto passava na frente de uma fila quilométrica de pessoas de mãos dadas com Jorel Clifford?

Assim que chegamos na porta, onde Jorel simplesmente ignorou a fila, mostrando ao segurança um documento, dizendo:

- Clifford!

- Pode passar, senhor Clifford! – o homem de mais ou menos dois metros de altura nos deu passagem.

Sim, “Clifford” abria passagens em qualquer lugar. E certamente Jorel fazia muito uso do sobrenome. E não era por conta do pai... E sim do irmão.

A Babilônia não era como eu imaginava. Era mil vezes melhor. O espaço era gigantesco, impressionante e a palavra luxo parecia que foi criada para o ambiente.

Apesar de quase ter que deixar um rim para entrar, tudo ali fazia jus ao dinheiro pago. E tentei calcular mentalmente o número de pessoas pelo valor da entrada e cheguei a conclusão de que o dono era uma pessoa milionária.

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