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A DOCE VINGANÇA DO CEO SEM CORAÇÃO - IMPÉRIO CLIFFORD I romance Capítulo 13

- Acha mesmo que eu não dormiria com uma garota como Olívia? Nem fodendo, Gabe! Ela é totalmente “comestível”.

- Viu? Por isto escolhi você para fazer o serviço sujo.

- Serviço sujo? – riu de novo – Você nem sabe o que é foder. Nunca vi você com nenhuma mulher. A não ser que... Você é gay, Gabe?

O empurrei com força, pondo-o contra a parede. Minha paciência com aquele playboy tinha acabado:

- Não sou gay. Só não enfio meu pau em qualquer boceta. Escolho quem comer, diferente de você. E minha vida íntima é privada e não um livro aberto para o mundo.

- Se duvidar... Nem beija depois que goza na boca de uma mulher! Deve ter “nojinho”! – ousou debochar.

Jorel queria que eu perdesse a cabeça e lhe desse um soco no meio da cara, fazendo-o procurar um dentista que o atendesse naquela hora da noite, tendo que fazer um implante. E se duvidasse ainda ligaria para Aneliese, se fazendo de vítima, sendo que tudo que pediu foi uma lição!

O soltei, percebendo o olhar de desespero dele, embora tivesse fingindo que era corajoso o bastante para me enfrentar.

- Espero que você contraia uma doença sexualmente transmissível e morra disto. – Falei de forma tranquila, rezando para que minhas palavras tivessem poder.

- Você é dono da maior indústria farmacêutica do mundo... Encontraria o remédio para a minha cura.

- Eu mandaria destruir o princípio ativo do medicamento.

Como fiz com os componentes da insulina de sua futura noiva, seu otário. Se fiz com ela, uma garotinha de 21 anos que só tinha como defeito ter nascido do espermatozoide de um monstro, por que não faria com você, que não presta para nada, que morrendo só livraria o mundo de alguém inútil?

- Às vezes me pergunto se você diz estas coisas da boca para fora ou realmente é assim que pensa.

- Eu não falo tudo que penso, Jorel – não contive o sorriso por conta do que havia acabado de pensar – Na verdade, sou muito bondoso com minhas palavras.

- Eu... Vou embora. – Me olhou, atordoado.

- Sinta-se à vontade. Mas lembrando: a casa não é sua, então não cogite pernoitar.

- Sim, se eu ocupar um dos seus 39 quartos posso incomodar o seu sono, “princesa”! – piscou e mandou-me um beijo enquanto saía – Quero uma lua de mel nas Maldivas.

- Nem ferrando.

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