- Tira a porra deste relógio! – Olívia ordenou quando percebeu que o Patek Phillippe contornava meu pulso esquerdo.
Não pensei duas vezes e joguei o relógio no chão, com o tapete que decorava o chão o acolhendo.
O rosto de minha esposa brilhava por conta do quanto o limpei (ou espalhei minha própria porra por ele).
- Vire de costas para mim! – Minha voz foi altiva, do jeito que ela gostava.
Olívia era dominadora fora da cama. Mas nela gostava de ser totalmente dominada e eu jamais entenderia aquilo. No entanto para mim era fácil satisfazê-la sexualmente, já meu instinto era dominador em todos os sentidos.
Fazer sexo com Mônica nunca foi ruim. Pelo contrário, era bom demais. E ela fazia um boquete como ninguém. Mas Chuchu fez com que eu até esquece o que era transar com outras mulheres, até mesmo a que amei. Desde que a fodi pela primeira vez eu sabia que aquilo seria um vício do qual eu nunca mais me curaria. E cada vez que transávamos era uma experiência diferente. Minha esposa era o tipo de mulher que topava tudo na cama, até coisas que eu não cogitaria arriscar, como o sexo com mais de uma pessoa.
Nunca pensei que um dia eu teria que me virar numa fera sexual para satisfazer uma mulher a ponto não querer que ela jamais tivesse interesse em experimentar outro pau. Mas era exatamente o que acontecia naquele momento.
Abri sua bunda e dei-lhe um beijo grego, demorado, sentindo o seu gosto mais secreto. O gemido de Olívia fez com que meu pau levantasse, querendo tomar seu lugar preferido, que era dentro dela.
Dei um tapa na sua bunda, o que fez com que ela virasse o rosto na minha direção, com um sorriso safado nos lábios, daquele que implorava por mais. O segundo foi ainda mais forte e esperei que ela fosse reclamar. No entanto a voz foi provocante:
- É o máximo que consegue fazer, marido?
No próximo tapa dei o meu melhor, o som da minha mão na sua bunda ecoando pelo quarto enquanto ela gemeu, não se se de dor ou prazer, me deixando enlouquecido. Sua pele sensível avermelhou-se imediatamente e comecei a me masturbar enquanto batia nela, forte o suficiente para fazê-la se excitar e fraco demais a ponto de machucá-la.
Eu já tinha uma mordida para conta, que só de lembrar me deixava mal pra caralho, lembrando o quanto demorou para curar. Sem contar os joelhos de chuchu, que ainda estavam em carne viva em algumas regiões, que eu imaginava ser desconfortável e dolorido, sendo que ela não reclamava.
O porque meu chuchu se excitava com a dor eu não sabia. Mas tudo que eu queria era ouvi-la e senti-la gozando comigo e para mim. Então jamais contestaria suas formas de sentir prazer e chegar ao orgasmo.
Bem que eu queria ter durado muito mais tempo dentro dela, mas não consegui. Meu sêmen atingiu o alvo, que era o seu cu. Esfreguei por toda extensão da região e ela virou o rosto para mim, furiosa:
- Eu nem gozei!

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