Eu me aproximei dele, e percebi o quanto ele ficou nervoso, ele estava preocupado com a possibilidade da Valentina aparecer e nos ver, mas eu também não queria isso, eu não era tão burra de colocar tudo a perder, era cedo demais pra revelar as minhas reais intenções pra ela.
Eu falei pra ele que queria saber como ele era na cama, ele olhava pra minha boca como se quisesse devorá-la.
Eu peguei a mão dele e tentei fazê-lo me tocar como na noite anterior, assim que os dedos dele tocaram a minha calcinha, ele puxou a mão outra vez, mas o pau dele já estava no ponto certo pra me comer, o que não aconteceu novamente.
Ele se desviou de mim, foi até o quarto e eu fui atrás dele, porém ele já estava vestido com um roupão.
Eu olhei pra ele e sorri, eu estava adorando esse jogo de caça, a sensação de ter poder sobre ele me dava ainda mais vontade de continuar.
A Valentina me chamou, e ele ficou pálido, os lábios dele ficaram brancos, eu acho que nem uma suposta esposa o deixaria tão desesperado.
Ele mandou eu me retirar com uma certa aspereza na voz, e eu deixei bem claro que nós iriamos terminar aquilo depois.
Eu me retirei do quarto dele e desci as escadas rapidamente, e a Valentina já estava indo atrás de mim.
Valentina: O que houve? Você demorou.
— Eu recebi uma ligação da minha mãe e acabei sentando na cama pra conversar com ela.
Valentina: Você nunca me fala sobre a sua família Sofia, não sei nada sobre você, gostaria de conhecer sua mãe, ir na sua casa.
— Você tem razão, é que tem coisas sobre a minha família que eu não gosto de falar.
Valentina: Tudo bem, mas me diz quando você estiver pronta pra falar sobre isso.
Eu apenas balancei a cabeça e sorri, de fato eu não gostava de falar sobre a minha família, os meus pais eram os piores pais do mundo, o meu pai vivia viajando, e a minha mãe era a mulher mais fútil que eu conhecia.

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