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A AMIGA DA MINHA FILHA romance Capítulo 37

KALEL

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Eu troquei a colcha da cama, organizei o quarto da Mônica e despejei aroma de jasmim no local, afinal eu queria tirar o cheiro de sexo do ar, eu coloquei a colcha na lavadora e depois fui pro meu quarto.

Nos últimos dias eu já tinha experimentado todos os tipos de fúria, mas nada se comparava com a fúria que eu estava sentindo, eu andei aguentando todos os tipos de situações que a Sofia criava, passei por cima até do ódio que senti por ela ter transado com a minha filha, mas saber que ela deu a buceta pro Marlon era o ponto final pra essa história que só me trouxe grandes dores de cabeça, não importava quais coisas ela iria aprontar desse dia em diante, mas eu nunca mais iria cair na besteira de tocá-la de novo.

— Uma pessoa que da a buceta pra um homem no mesmo dia que o conhece, só pode ser uma puta.

Falei pra mim mesmo enquanto tomava banho.

Eu havia aproveitado muito pouco do meu momento com ela, eu não tive tempo de chupá-la, de beijá-la, não tive tempo de meter meu pau na bundinha deliciosa dela, muito menos tive a chance de sentir a língua dela no meu pau, mas eu precisava me sair dessa enquanto era tempo.

Eu terminei de tomar banho, e depois decidi ir dormir, e com muito esforço consegui, apesar de ter dormido pensando na buceta dela.

No dia seguinte eu levantei cedo e tentei recuperar a minha rotina, e apesar de saber que eu teria a péssima companhia do Marlon e da Sofia, eu desci pro café da manhã, afinal a casa também era minha e eu ainda tinha o total controle sobre ela.

— Eu não vou deixar de tomar café por conta desses dois.

Falei enquanto descia as escadas.

Assim que cheguei na cozinha eu só encontrei o Marlon e a minha filha.

Valentina: Bom dia, papai.

— Bom dia, Valentina.

Marlon: Bom dia, cunhado.

— Finja que não está me vendo Marlon, é um favor que você me faz.

Valentina: Por quê você não dá uma chance pro tio Marlon, papai? Poxa, já se passaram anos, ele já pagou pelo erro dele, já se tratou, e ele é meu tio, esquece o passado, vamos viver o presente.

Eu sabia que a minha filha tinha razão, muito tempo havia se passado, e ele parecia estar sóbrio, mas nesse exato momento não se tratava apenas do que se passou, se tratava também do fato dele ter comido a Sofia, tudo se tornou ainda mais pessoal e intensificou ainda mais o ódio que eu tinha dele.

Valentina: Você está me ouvindo, pai?

— Vamos conversar sobre isso em outro momento Valentina, eu estou tentando tomar o meu café da manhã em paz.

Valentina: A cada dia que se passa você fica ainda mais incompreensível pai, você virou outra pessoa, eu não sei o que está acontecendo com você, mas eu não estou gostando dessa sua nova versão.

— Engraçado que eu penso o mesmo sobre você minha filha, essa sua nova versão está insuportável, desobediente, irresponsável e degradante, mas não a culpo completamente, você tem uma amiga que é uma perfeita professora na matéria da delinquência, falando nela, o que aconteceu pra ela não descer pro café?

Valentina: Francamente, não dá mesmo pra conversar com você.

— Eu lhe fiz uma pergunta Valentina, cadê a sua amiga?

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