Eu coloquei um short e desci as escadas, eu tinha a intenção de ir até lá ver de perto o que estava acontecendo, mas antes que eu cruzasse a porta eu vi a sombra de alguém se aproximando, o refletor do jardim revelou que se tratava de uma mulher, então ou era a Valentina, ou era a Sofia, eu fiquei de trás de uma coluna e esperei a pessoa atravessar a porta, era Sofia.
Ela passou em direção a cozinha e não notou a minha presença, eu caminhei lentamente até a cozinha e vi ela abrindo o armário onde ficava os copos, eu cheguei por trás dela e a peguei pelo pescoço, ela tomou o susto e tentou se soltar, mas eu não deixei, eu estava furioso e poderia matar ela facilmente, mas o cheiro nos cabelos dela e a bunda dela colada no meu corpo me deixou de pau duro instantaneamente.
Eu soltei o pescoço dela e virei ela fazendo ela olhar pra mim.
Eu peguei pelo cabelo dela e exigi uma explicação.
— Você deu a buceta pra aquele filho da puta?
Eu perguntei quase gritando.
Sofia: E qual o interesse nisso, tio Kalel? Isso não é um assunto adequando pra eu conversar com você.
Ela estava me provocando, ela usou a mesma frase que usei quando ela me perguntou se eu estive com outra mulher depois que a minha esposa morreu, tudo o que a Sofia falava era extremamente calculado por ela, parecia que ela havia feito planos absurdos pra me convencer a comê-la, e eu tinha plena noção que eu estava caindo no jogo dela.
— Você vem comigo agora.
Eu soltei o cabelo dela e puxei ela até o quarto da empregada, como era final de semana, a Mônica não dormia no serviço.
O quarto ficava no fundo da casa, longe dos outros compartimentos, e a Valentina nunca ia pra esse lado da casa.
Sofia: O que você vai fazer comigo Kalel? A Valentina vai perceber a minha demora e vai vir atrás de mim.
— Cadê o tio Kalel sua desgraçada? Tá com medo? Você vai ver só o que acontece com garotas que gostam de brincar com homens mais velhos.
Eu empurrei ela pra dentro do quarto e tranquei a porta, ela estava nitidamente assustada.
Eu caminhei em direção a ela e ela se afastou com medo, mas eu alcancei ela pois ela não tinha pra onde fugir.
Eu arranquei a blusa dela e o sutiã, e depois tirei a saia dela e a calcinha, eu joguei ela na cama com força e subi em cima dela, eu tirei o meu pau pra fora e voltei a enforcá-la, a pressão das minhas mãos estava forte, mas não o suficiente pra matá-la.

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