Depois que Helena se acalmou, ela deixou a situação passar com facilidade.
— Tudo bem, ele foi fiel. Vai perder um mês de salário, vamos ver como ele se comporta.
O motorista ficou feliz.
— Obrigado, senhora! Obrigado...
— A pessoa que você deve agradecer é a Diana. — Helena corrigiu.
— Obrigado, senhorita Diana! — O motorista mudou a fala.
Diana sorriu e ajudou o motorista a levantar.
Os empregados olhavam e pensavam a mesma coisa: na Família Drummond, era a Diana que mandava.
Quanto à senhorita Isadora, que tinha acabado de chegar...
A senhora ignorou uma calúnia tão grande por causa da senhorita Diana, então ficava óbvio que a Isadora não importava.
No futuro, ela não teria nenhuma importância.
— De agora em diante, você tem que ser legal com a minha irmã, ela não é ruim. — Diana falou com o motorista.
O motorista abaixou a cabeça.
Helena sorriu, sua filha era boa, gentil, tinha boas notas, e era bem conhecida na alta roda.
Mas era boa demais e as pessoas acabavam se aproveitando.
— Motorista, peça desculpas para a minha irmã.
Diana falou, olhando para Isadora com um sorriso e um tom inocente.
— A Isadora é muito boa, com certeza vai perdoá-lo.
O motorista virou para Isadora.
Ele abriu a boca e, antes de falar—
— Não precisa pedir desculpas. — Isadora o interrompeu, olhando para Diana. — Irmãzinha, por que você está molhada? Tomou chuva? Mas... O Lorenzo não tinha ido te buscar?
Ela parou de chamar Lorenzo de irmão.
Lorenzo olhou para ela.

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