— Além disso...
Ela se virou para Helena.
— Ele diz que eu o obriguei, mas a Família Drummond pode viver sem mim, só não pode viver sem a Diana. Ele sabe disso melhor do que eu, ele ia confundir quem é mais importante e quem ele não deveria ofender?
Ouvir Isadora falando de forma tão calma que a Família Drummond podia ficar sem ela.
Helena não sabia o que sentir.
O motorista ficou sentado no chão suando frio com as perguntas e as reações alérgicas de Isadora.
Lorenzo, sem que ninguém percebesse, colocava pressão.
O motorista não aguentou e admitiu: — Eu... eu menti! Eu menti! Não tem nada a ver com os outros! Eu... eu só fiquei com pena da senhorita Diana! Com a chegada da senhorita Isadora, a posição da senhorita Diana ia ficar muito difícil! Ela cresceu aqui, é a mais inocente!
Helena ficou parada.
Ela não conseguiu reagir à mudança.
Lorenzo sorriu.
Mas não dava para negar que as palavras do motorista acertaram o ponto de Helena.
Pois é, a Diana era inocente de qualquer forma.
Diana chorou de novo, saiu de trás de Lorenzo e abraçou a mãe. — Mãe, não culpe o motorista, ele fez isso por mim. A culpa é minha, eu não devia existir...
— Que bobagem você está falando!? O que isso tem a ver com você?
Mãe e filha se abraçaram.

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