— Você está cansada da viagem, descanse bem esta noite. Quando o seu pai voltar, ele te levará para ver os seus avós.
— Mãe, farei tudo que disser.
— Boa menina...
Helena perguntou algumas coisas e falou muito bem de Diana para ela.
Quando viu Isadora cobrir a boca com um bocejo, Helena pareceu se lembrar e falou para Lorenzo: — Lorenzo, a viagem a Porto Sul deve ter sido cansativa. Você e Isadora deveriam ir para os quartos descansar.
— Sim, senhora.
Na frente de Helena, Lorenzo agia educadamente.
— Isadora, vou te levar lá para cima.
Isadora levantou-se comportadamente e foi atrás dele.
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Os dois subiram as escadas.
A empregada velha que acompanhava Helena começou a massagear os seus ombros e falou baixo: — Senhora, essa menina... ela parece boazinha, mas tem um olhar calmo demais. Não é como a inocência de Diana, e acho que ela esconde os seus planos.
Helena massageou a testa, fechou os olhos e disse de forma parcial:
— Não importa os planos que ela tenha. Ninguém vai ocupar o lugar da Diana. Foi a Diana que eu cuidei todos esses anos. Ela é educada e talentosa.
E por isso ela não foi a Porto Sul pessoalmente.
Queria evitar que Isadora recebesse atenção demais e que Diana ficasse ofendida.
Helena pensou em Diana e sua voz soou orgulhosa: — E a Diana tem grandes chances de entrar naquele acampamento na capital. O seu futuro está garantido. Ela também está prometida em casamento com Gabriel desde pequena. Com a ajuda dela, a nossa família vai progredir, e talvez até volte à casa principal na capital.
Helena abriu os olhos, olhou pela janela e concluiu indiferente:
— Em relação à Isadora, por ter saído daquele tipo de lugar, mesmo que seja bonita, falta-lhe educação. Só espero que ela fique quieta e não cometa um erro que envergonhe a Família Drummond.
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No andar de cima, os empregados se moviam de forma ensaiada.

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