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Zoé Santos:A Fênix de Cidade R romance Capítulo 133

O segundo filho da família Assunção, Sílvio Assunção, lançou um olhar surpreso sobre o grupo da família Santos, todos imóveis como esculturas, enquanto seus olhos brilhavam com um sentimento difícil de decifrar.

Thiago Santos foi o primeiro a se recompor e convidou todos a entrarem na mansão.

Os empregados serviram café.

Era a primeira vez que o Sr. José se encontrava frente a frente com uma das famílias mais tradicionais da Cidade Capital; sua mão, apoiada na bengala, estava visivelmente tensa.

Apesar disso, manteve uma aparência serena e tranquila.

— Pequenas desavenças entre os jovens... não era necessário incomodá-los com a sua presença.

— O senhor me enaltece, Sr. José. Antônia Costa fez acusações graves e falsas. É justo que a família Assunção venha pessoalmente pedir desculpas — respondeu com firmeza o representante da família Assunção.

Dona Raquel Assunção, constrangida, completou:

— Além disso, se é apenas uma pequena desavença ou não, só quem pode dizer é a própria senhorita Zoé, que está envolvida diretamente.

Ronaldo Assunção, com sinceridade, declarou:

— Basta que a senhorita Zoé aceite as desculpas de Flávia Costa e Antônia Costa por seus erros. Não importa o que ela peça da família Assunção, faremos de tudo para satisfazê-la.

Ao falar isso, ele puxou discretamente Flávia Costa para junto de si.

Flávia Costa, pálida, com a cabeça baixa, murmurou:

— ...Sim, contanto que a senhorita Zoé aceite minhas desculpas e poupe a família Assunção, farei o que for preciso para reparar meu erro.

O Sr. José observou o tom submisso de todos, sentindo-se atordoado.

Os outros membros da família Santos estavam ainda mais boquiabertos.

Pediram para Zoé Santos poupar a família Assunção?

O que Zoé Santos teria feito?

Como ela, afinal, teria capacidade para enfrentar os Assunção?

Dona Raquel Assunção, percebendo a situação, semicerrrou os olhos, um brilho sutil e enigmático passando por seu olhar.

Huang Lizhi, atento, vinha observando como a família Santos reagia ao ouvir o nome de Zoé Santos.

Agora tinha certeza: Zoé Santos não era bem quista na família Santos.

Além disso, eles pareciam ignorar totalmente as capacidades de Zoé Santos.

Vovó Amanda Lacerda deixou o olhar percorrer o grupo do Sr. José, difícil dizer se estava decepcionada ou apenas se sentindo irônica.

— Os Assunção, ao menos, sabem respeitar Zoé mais do que vocês, seus próprios parentes. Eles ao menos sabem distinguir o certo do errado.

Dizendo isso, a senhora virou-se e saiu, sem se importar com a expressão dos presentes.

Jorge foi atrás dela e, já no carro, comentou:

— A senhorita Zoé está no Hotel Celestial.

Enquanto estavam na casa dos Santos, Jorge, instintivamente, não quis revelar o paradeiro de Zoé Santos àqueles familiares.

Se quisessem saber, que procurassem por conta própria.

Inicialmente, pensou que o patriarca dos Santos fosse capaz de agir com justiça.

Talita era uma moça exemplar, mas Zoé Santos era neta de sangue — pedir apenas igualdade não deveria ser nada difícil.

Mas, no fim, não podia contar com ninguém.

Jorge concordou com a cabeça.

— E devemos trazer a senhorita de volta para a família Lacerda?

— Amanhã você vai comigo encontrá-la, ouvir o que ela pensa.

Vovó Amanda explicou:

— Hoje ela provavelmente está comemorando o aniversário com amigos no Hotel Celestial. Não vamos atrapalhar os jovens. Ah, prepare um cartão para mim.

— Sim, senhora.

……

Dona Raquel Assunção, entendendo a situação da família Santos e percebendo que ninguém ali tinha ascendência sobre Zoé Santos, não insistiu.

— Sr. José, onde está agora a senhorita Zoé? Queremos pedir desculpas pessoalmente.

O Sr. José recorreu à resposta de Thiago Santos:

— Zoé saiu para encontrar amigos. Ainda não voltou.

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