MONALISA
Estávamos de volta ao quarto do papai depois de ambos termos nos lavado, e ele tinha o braço envolto em volta de mim, segurando meu corpo bem perto do dele.
Embora tivéssemos tomado banho e ele tivesse encerrado nossa “lição” do dia, eu ainda podia sentir sua excitação por trás, mostrando o quanto ele ansiava por mim.
E apenas sentir isso era o suficiente para eu também querê-lo. Não apenas para ele me tocar em nome das “lições”, mas para ele me tomar como se realmente quisesse.
Para ele enfiar seu pau grande na minha buceta necessitada e me virar como sua pequena vadia, mas por enquanto não fiz nada. Apenas permaneci em seus braços, desfrutando de seu calor.
Seu corpo duro me envolvia e me fazia sentir muito à vontade. Eu queria perguntar a ele sobre Francesca, mas agora não era o momento certo para perguntar sobre isso.
Depois de alguns minutos, estava me sentindo sonolenta, mas também sentia sede, então decidi levantar-me para fazer isso.
— Para onde você vai, docinho? — Ele perguntou, apertando o abraço ao meu redor.
— Para pegar água — murmurei.
— Eu vou pegar para você — ele respondeu.
— Não, eu posso pegar...
— Fique aqui — ele me interrompeu e saiu da cama. — Volto já — ele murmurou no silêncio do quarto, e o vi sair.
Assim que ele saiu, me sentei na cama, estava apenas vestida com uma camisa dele. Eu não precisava que ninguém me dissesse que mamãe não ia voltar para casa naquela noite. Embora as vezes em que ela tinha essas chamadas urgentes não fossem tão frequentes, sempre que ela as tinha, ela voltava para casa no dia seguinte.
Levantei-me e quase ri, sentindo minhas pernas vacilarem um pouco antes de me recuperar. Nossa! Ele estava fazendo minhas pernas vacilarem sem nem mesmo me penetrar ainda.
Parei em sua mesa e dei uma olhada nos poucos livros sobre a mesa. Peguei um dos livros e fiquei surpresa ao encontrar uma pulseira debaixo dele.
Ela parecia exatamente com a pulseira que meu pai sempre usava em suas fotos. Peguei-a com as sobrancelhas arqueadas, imaginando se era realmente a mesma.
Aproximei-a para vê-la melhor e confirmar se era a mesma ou não. E era!
Como diabos essa pulseira estava aqui?
Mamãe disse que meu pai tinha saído de casa com ela, e seu corpo fora trazido para casa sem ela, então por que ela estava aqui?
Eu ainda estava pensando quando a porta foi empurrada, e Lucius entrou com um copo de água. Seu olhar caiu sobre a pulseira, e vi um pouco de desconforto aparecer em seu rosto assim que me viu com ela.
— Mexendo nas minhas coisas? — Ele perguntou, caminhando mais para dentro do quarto.
Seu rosto ainda mantinha aquele pequeno desconforto e um pouco de raiva, mas sua voz era calma e tranquila.
— Esta pulseira, ela pertence ao meu pai, certo? — Questionei, ignorando suas perguntas.
Ouvi-o suspirar suavemente enquanto me entregava o copo de água e pegava a pulseira de mim.
— Sim, pertencia a ele — ele afirmou.
— Como você a tem, então? Mamãe me disse que o corpo do meu pai foi trazido para casa sem ela.

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