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Sim, papai romance Capítulo 112

LUCIUS DEVINE

Quinze minutos após a morte desse bastardo, Lisa seria... Morta. Mas quão certo eu estava de que deixar Sandro vivo iria garantir a vida de Lisa?

Eu era quem estava no controle aqui, mas ele era quem estava no controle lá.

Havia apenas uma maneira. Eu tinha que estar de volta em casa, antes de quinze minutos.

Me Virei para longe de Sandro por um segundo antes de chutar a mesa à minha frente com força.

Sandro riu e foi nesse momento que me virei e atirei nele. Eu queria fazer sua morte lenta, mas não tinha mais tempo para isso.

Atirei nele várias vezes, pegando seus homens de surpresa e não dando a eles tempo para protegê-lo. O riso se transformou em gargalhadas na garganta de Sandro quando os tiros começaram instantaneamente.

Eu não tinha mais negócios ali. Corri descuidadamente em direção à porta. Estava prestes a pegar na maçaneta, quando uma bala me atingiu de lado.

Praguejei e segurei a maçaneta com força. Abri a porta e corri para fora, fazendo o possível para ignorar a dor lancinante.

Entrei no meu carro e acelerei instantaneamente. Estava sangrando muito e a dor estava me destruindo, mas isso não poderia me parar.

O rosto de Lisa que passavam pela minha mente me fizeram acelerar ainda mais. Eu estava indo a uma velocidade perigosa, mas minha vida era a última coisa com a qual me importava.

— Por favor, esteja segura. Por favor... — Eu murmurei. Talvez estivesse dizendo essas palavras para implorar a ela para ficar segura por mim ou talvez estivesse dizendo para me manter consciente, eu não tinha ideia, mas continuei dizendo. Uma e outra vez.

Ao fazer uma curva na velocidade em que estava, quase bati o carro na ponte.

— Seu bastardo! Você não pode morrer agora! Você tem que mantê-la viva antes de morrer! — Eu gritei para mim mesmo, batendo no volante do carro.

O tempo parecia passar mais rápido e a cada segundo que passava, meu coração batia mais rápido.

Meu telefone tocou e era Andro ligando. Atendi a ligação apressadamente.

— Proteja ela com sua vida. Não fique vivo se algo acontecer a ela.

— Eu... Eu fiz o meu melhor, chefe. — ele parecia gemer.

— O... O que você quer dizer com 'fiz o meu melhor'?! Andro?! Andro?! O que diabos você quer dizer?! — Eu gritei insanamente.

— Ela ainda está viva, mas... Mas eu não estarei quando você chegar aqui. — ele sussurrou, sua voz soando mais fraca a cada palavra que dizia.

— An... Andro? — Eu chamei, mas ele não estava dizendo mais nada.

Andro tinha trabalhado para mim por anos e perdê-lo foi...

— Maldição! Eu odeio essa noite! — Eu xinguei e bati no volante do carro.

— Você não tem permissão para morrer, Andro. Se esconda em algum lugar por enquanto e é melhor você ficar vivo!

Finalmente cheguei lá, depois do que parecia horas, mas na verdade eram treze minutos.

Estacionei o carro no espaço que agora tinha alguns corpos ao redor. Os tiroteios ainda estavam acontecendo.

Saí apressadamente do carro, segurando minha arma e nada mais. A bala me deixou muito mais fraco, mas não ia deixar isso me parar.

Acelerei meus passos, atirando algumas vezes para me livrar dos poucos que estavam no meu caminho.

Subi as escadas às pressas, lamentando pela primeira vez, por que meu quarto ficava no andar de cima.

Chegando ao meu quarto, a porta estava aberta e, enquanto eu estava na frente da abertura para entrar, uma bala foi disparada e penetrou meu braço esquerdo.

— Seu bastardo! — Eu xinguei alto, antes de me manobrar para dentro do quarto.

Havia três homens, atirei em um deles ao entrar no quarto.

— Lucius!! — Lisa gritou, mas eu ignorei seu grito e atirei nos homens no quarto.

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