Entrar Via

Sem Perdão: Sua Ajuda Matou Meu Pai romance Capítulo 79

— Com licença, são as parentes do Sr. Alberto Arantes do setor A, lote 31?

Marisa parou e assentiu: — Sim, sou filha dele.

O segurança acenou com a mão. — Esperem um momento. Alguns dias atrás alguém deve ter vindo visitar. O lixeiro achou algo que caiu em frente à lápide. Que bom que a senhora está aqui.

Marisa pensou consigo que deveria ser do dono do buquê.

O segurança entregou uma pequena sacola a Marisa, sorrindo amistosamente. — Eu olhei por um bom tempo e não consegui entender o que era, mas parecia valioso.

Marisa abriu a sacola e virou. Um pequeno objeto de metal, do tamanho de uma unha, caiu suavemente na palma da sua mão.

Giovana se aproximou com curiosidade e ergueu uma sobrancelha: — Abotoadura?

Ela conhecia aquela abotoadura personalizada.

Era de Lorenzo.

Então, quem foi prestar homenagem era Lorenzo? E as coisas em frente à lápide também foram deixadas por ele?

Marisa colocou o item no bolso e agradeceu suavemente ao segurança.

O segurança sorriu: — De nada. Se a senhora levar, me sinto aliviado, senão eu ficaria com medo de perder uma hora dessas.

Ilha das Flores —

Mansão das Falésias.

O céu sombrio encobria toda a propriedade. A mansão europeia situada na encosta se escondia no nevoeiro, seu imenso jardim retorcido pelo vento.

Sob os clássicos pilares romanos, os guarda-costas vestidos de ternos pretos impecáveis ficavam espalhados com semblantes solenes, usando fones de comunicação, olhares afiados e aparência nada amigável.

No corredor do terceiro andar, fora do quarto principal, um grupo de pessoas de várias feições se reunia. Gabriel Arantes estava parado perto da janela, observando com calma as nuvens negras espessas lá fora.

Verify captcha to read the content.VERIFYCAPTCHA_LABEL

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Sem Perdão: Sua Ajuda Matou Meu Pai