Marisa dirigiu rápido por todo o caminho. Ao chegar à mansão, Lorenzo Valli estava em pé diante da janela do chão ao teto, perdido em pensamentos.
Com a entrada repentina dela, Lorenzo demonstrou clara surpresa no rosto.
Ela não disse nada; simplesmente jogou a captura de tela dos assuntos do momento na frente dele.
Lorenzo ajeitou a postura, pegou o celular e, ao ler os detalhes, franziu a testa imediatamente. — O que é isso?
A voz de Marisa questionando era assustadoramente fria: — Foi você quem fez isso?
Lorenzo semicerrou os olhos, como se estivesse tentando entender e digerir o que ela acabara de dizer.
— Você acha que eu expus isso? — Ele riu de tanta raiva. — Marisa, eu sou esse tipo de pessoa na sua cabeça?
Marisa o encarou, sem falar nada.
O rosto de Lorenzo escureceu. O olhar de desconfiança dela acendeu uma raiva dentro dele. Ele conteve a fúria e desviou os olhos para a janela.
— Eu realmente pedi para que mantivessem você na disputa das finais, mas jamais usaria artifícios baixos para espalhar boatos e prejudicar a sua imagem.
Eu dei uma palavra...
Então, a história de usar contatos nos bastidores era verdade?
Por alguma razão, aquele ímpeto de Marisa de ir até o fim para descobrir a verdade desapareceu em grande parte.
Então, eles não estavam espalhando boatos?
O corpo de Marisa balançou por um momento, a mente zumbindo. — Então, isso realmente aconteceu?
Ela olhou para ele, com os olhos cheios de confusão. — Por que você fez isso? Você pensou nas consequências das suas ações?
Ela achou que tudo não passava de rumores infundados, mas...

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