— Irmã Marisa, você está bem?
— Tudo bem.
Ela mandou Júlia entrar, virou-se para ir ao fogão, serviu uma tigela de sopa e colocou na mesa:
— Coma um pouco, daqui a pouco com certeza vamos estar ocupadas.
Ao ver o rosto de Marisa com um rubor anormal e a voz um pouco rouca, perguntou:
— Irmã Marisa, você está doente?
Marisa:
— Tudo bem, é um problema pequeno.
O que era uma febre, mesmo se chovesse canivetes ela tinha que ir ao local hoje.
— As coisas estão todas completas, certo?
Júlia assentiu:
— Tudo organizado, não falta nada.
Na noite anterior ela estava inteiramente atordoada, organizou os itens necessários e repassou para Júlia.
Júlia mexeu o sopa na mão lentamente, ainda preocupada:
— Você está bem mesmo? Parece que está com febre.
Ela fungou, com a voz anasalada:
— Tudo bem, eu sei o que estou fazendo.
Júlia não conseguiu convencê-la e teve que ficar quieta.
Trocou de roupa, fez uma maquiagem leve para cobrir o rosto, pegou a peça de roupa e saiu.
O local do concurso era o salão de exposições da Associação de Moda.
A semifinal exigia que os competidores fizessem roupas com os rascunhos da fase preliminar e as mostrassem nas modelos, enquanto o próprio competidor explicava o conceito de design no palco.
Quando chegaram, os bastidores já estavam um caos de ocupação.
As modelos trocavam de roupa, os funcionários confirmavam a ordem de entrada repetidamente com a lista.
Outra garota do estúdio havia chegado cedo, e ao ver as duas chegarem, apressou-se a recebê-las.

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