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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 375

— Ela não veio?

Tainá não tinha reparado.

Com esse comentário, Ana e os outros olharam ao redor e realmente não viram Laura.

— Foi tão difícil para ela passar na seletiva em duas matérias, como pôde não vir?

Débora disse enquanto olhava para trás.

Ana comentou: — Talvez ela tenha passado por um fio na nota de corte e percebeu que não tinha chances na distrital.

Ouvindo as amigas, Tainá se lembrou da ligação de Giovani ontem convidando-a para a corrida, e começou a ter um palpite.

Ao chegar em casa, Tainá ligou para William Queiroz: — William, sabe por que a Laura não foi participar da prova?

Não que ela se importasse, mas queria monitorar os movimentos da inimiga.

— Eu estava prestes a ligar para a senhorita.

Ela queria mesmo ter ido à prova, mas hoje é a corrida preliminar do Giovani. Hélder Gusmão mandou que ela fosse assistir, então ela não teve escolha.

Fernanda foi contra, as duas até discutiram, mas não conseguiu impedi-la.

— Fernanda?

Ela realmente queria o bem de Laura.

— Isso mesmo, parece que a Fernanda se importa muito com o futuro da Laura.

O que não entendo é: Giovani só está na preliminar hoje. A Laura abandonou as provas da distrital e correu para ir assistir a uma corrida?

Isso também não parece com o jeito dela de sempre.

Um estalo de repente passou pela mente de Tainá: — William, dê um jeito de conseguir alguns fios de cabelo ou unhas da Laura, dos meus pais e da Fernanda para mim.

Será que a Laura foi ver a corrida hoje só para se divertir?

Em sua vida passada, Laura acompanhou a competição do começo ao fim. Ia em todas as corridas.

Nas primeiras vezes, era apenas para torcer, esforçando-se para parecer uma garota inocente e brincalhona. Todos achavam que ela estava apenas se divertindo e que se importava muito com o irmão.

Dessa forma, não a culpariam se algo desse errado no final.

Contudo, pouco antes da ação despencar, a queda começou a desacelerar e apresentar uma ligeira tendência de alta.

Parecia que o momento escolhido havia sido perfeito. O otimismo não foi extinto só porque uma grande quantidade de dinheiro saiu.

Em vez disso, alguns acharam que era uma oportunidade e injetaram ainda mais dinheiro.

Sendo assim, era melhor vender tudo hoje mesmo.

Tainá então vendeu tudo decisivamente pela outra conta, a Energia Oceânica atingiu o limite de alta instantaneamente. Com a transação de Tainá finalizada, ela suspirou aliviada.

Quanto àquela ação, tendo o petróleo daquela ilha como suporte, o índice não desabaria tanto e provavelmente se estabilizaria no futuro.

Como a quantia dessa vez foi bem maior, Tainá aplicou uma alavancagem de apenas duas vezes, o que, somado à alta da ação, transformou os cinco bilhões em quinze bilhões.

O um bilhão e meio de Tainá tornou-se quatro bilhões e meio. Dos outros dez bilhões, ela receberia mais de duzentos milhões só em comissões.

O fundo de reserva do Grupo Céu Azul rendeu muito bem; até o acerto de contas da empresa no final do mês, Tainá não conseguiria receber a parte que lhe pertencia.

Mesmo sendo a presidente e acionista majoritária, ela não podia simplesmente retirar o dinheiro da empresa. Eram as regras.

Mas quando a receita daquele mês entrasse na conta do grupo, Tainá teria cinco bilhões em suas mãos.

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