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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 1177

Na verdade, prefiro esta temperatura. Mas costumo me conformar pela vovó.

— Que bom que está adequado.

Na verdade, o simples fato de Suzi estar em casa já trazia aconchego. A chegada da avó intensificou ainda mais a atmosfera calorosa na casa.

Agora que a senhora tinha partido, parecia que grande parte da casa estava vazia, provocando um sentimento de perda automático.

Tainá sempre sentiu que não era muito próxima da família e a avó acabou ocupando o lugar materno no seu coração. Mas quem diria que a avó logo se iria novamente?

Embora Suzi também fosse ótima, a afeição de Tainá para com ela era meio afeto, meio gratidão.

Mas, afinal, as duas ainda mantinham uma relação de emprego. Tainá não podia deixar de pagar um salário pontualmente, enquanto Suzi estava sempre tentando justificar seu valor naquele lugar.

Embora Tainá não a quisesse trabalhando, apenas aproveitando a tranquilidade da casa. Mas Suzi não faria isso. Esse cenário adicionava mais cortesia do que afeto familiar entre as duas.

Até se Tainá dissesse para Suzi que não precisava trabalhar e que os fundos da casa eram todos dela, a outra apenas interpretaria como um gesto de cortesia.

Porém, as coisas assim também não eram ruins, pois mantinham um equilíbrio e uma dinâmica confortável. O carinho autêntico, apenas a avó era capaz de oferecer.

Após o jantar, Tainá e Lúcio se prepararam para subir as escadas, quando Suzi mencionou do nada: — Hoje veio uma mãe e um filho; eles disseram ser a esposa e o filho do seu mestre.

Tainá, que estava prestes a subir as escadas, parou imediatamente.

— O quê! A esposa e o filho do mestre? O mestre é casado e tem filho?

Tainá virou para Lúcio, que acenou a cabeça em negativa: — Eu também não sabia. Desde que vi o mestre pela primeira vez na infância, nunca tinha visto o mestre com uma esposa e filho. Na minha impressão, o mestre sempre foi solteiro.

— E aí?

Tainá perguntou a Suzi.

— Não faço ideia de onde descobriram o nosso endereço. O segurança da portaria me ligou para dizer que um homem e uma mulher queriam vir na nossa casa. Perguntou se devia autorizar a entrada.

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