Ela se sentou subitamente, saiu da cama eufórica e destrancou a porta. Seus passos fracos levaram-na até o quarto do lado, ela deu algumas batidas, porém o som estava tão alto que a levou a bater com força.
As batidas ficavam mais fortes, aceleradas com o coração assustado dela.
A porta abriu.
Com um copo de vinho nas mãos, Maya se virou, parecendo embriagada: — O que quer?
— O Sr. Rossi não pode beber, não o deixe beber. — Ela lançou os olhos pela porta, não viu ninguém, segurou a preocupação interna e disse a Maya da forma mais amigável.
— Para de se meter. Você não passa de uma funcionária, que atrevimento vir querer controlar os assuntos do chefe. Se manda! — Maya pressionou as mãos sobre os ombros de Helena e a empurrou para longe.
E bateu a porta na cara dela.
Deixada de fora, ela cambaleou para trás e ficou paralisada por um instante.
Não se importando de passar dos limites e de passar vergonha, puxou o celular e discou para Rui.
No entanto, a ligação tocou por um longo tempo, e ninguém atendeu.
Ela estava desesperada e ansiosa.
Sabia que estava se intrometendo, mas ligou para Clarissa mesmo assim.
Depois de chamar duas vezes, a chamada foi atendida.
— Clarissa, — a voz soou ligeiramente embargada.
— Helena, o que houve?
— O Sr. Rossi... — Por um minuto, ela não achava palavras, — A Maya...
— Já soube, né? A Maya é a amiga de infância do Enzo, e o velho mandou os dois se encontrarem num encontro hoje...


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Os comentários dos leitores sobre o romance: Rainha dos Chips: Ex-marido não tem valor
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