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Rainha dos Chips: Ex-marido não tem valor romance Capítulo 142

Sophia correu ofegante até Arthur.

Ela o viu tirar o paletó, com as mangas da camisa branca arregaçadas até os cotovelos, revelando as linhas suaves e firmes de seus braços. Com as mãos apoiadas no guidão do jet ski, exalando uma forte aura de juventude, ele olhou para ela com um olhar suave: — O quê?

Naquele instante, o coração de Sophia bateu loucamente.

— É que... — As palavras ficaram presas na garganta.

Ela queria fazer uma fofoca para causar atrito entre o casal.

Mas, não seria melhor se a irmã fosse embora?

O que ela ouviu agora há pouco foi que ela iria embora daqui a 13 dias, por 1 ano!

Daqui a 13 dias, seria exatamente o momento em que o Arthur prometeu se casar com ela no civil.

E, depois de 1 ano, ela já teria dado à luz o filho do Arthur.

Um ano inteiro, convivendo dia e noite.

Quando a irmã voltasse, com certeza não haveria mais lugar para ela no coração do Arthur!

Ela ficou ainda mais animada do que antes: — Não é nada, estava pensando em brincar mais um pouco antes de ir trocar de roupa.

— Arthur, me leva.

— Tudo bem.

Vendo sua mão fina ser segurada pela mão grande e forte dele, que com um leve puxão a colocou sentada em seus braços, ela sentiu o peito firme dele em suas costas e o calor que emanava, fazendo seu rostinho ficar quente.

O jet ski cortou a superfície da água.

Ela se virou e abraçou o pescoço dele: — Arthur, estou com medo...

Sentindo o ritmo do peito do homem subindo e descendo enquanto ele ria levemente de sua covardia, o coração dela se encheu de amor.

Não era apenas para vencer a irmã, ela realmente havia se apaixonado por aquele homem!

No banheiro.

Helena ouviu os gritos de Sophia ao longe e os repetidos e dengosos "Arthur", e franziu a testa: — Sr. Rossi, você poderia não contar a eles que eu sou a Chloe?

O olhar dela caiu sobre as mãos do homem.

O homem estava curvado, suas mãos grandes e de articulações bem definidas moviam-se entre os respingos de água, e a pequena quantidade de gordura em seus dedos era lavada pela corrente de água.

Ao vê-lo se endireitar, ela rapidamente entregou-lhe o papel-toalha que estava ao seu lado.

Enzo pegou o papel-toalha, mas não enxugou as mãos, e sim o pressionou contra um canto de sua camisa.

Havia uma marca muito leve de gordura ali, deixada por ela quando agarrou a manga dele agora há pouco. Como a camisa era preta, ela não havia percebido, e naquele momento sentiu-se culpada.

A voz do homem, olhando-a de cima, soou fria: — Me dê um motivo.

— Eu...

Capítulo 142 1

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