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Querido CEO, seu bebê quer te conhecer! romance Capítulo 24

É manhã de domingo e Alice acaba de acordar. Olhando para o lado, vê Richard, que ainda dorme.

A sensação de vê-lo ao seu lado a deixa cheia de expectativas quanto ao dia que terão pela frente.

O que ele planejava? Seu pensamento só girava em torno dessa pergunta e, ao recordar da noite passada, sente o corpo estremecer.

Após o jantar, os dois se sentaram na varanda do quarto e tomaram mais uma taça de vinho, enquanto Richard contava um pouco sobre a sua vida.

Na curta conversa que tiveram, ela descobriu que os pais dele moravam na Califórnia, enquanto Richard optou viver sozinho em Nova York. Também descobriu que Richard tinha uma irmã mais nova, que havia lhe dado dois sobrinhos.

A vida de Richard parecia tão perfeita, que Alice teve vontade de saber mais, mas não pôde fazer isso, porque enquanto conversavam, ela estava sentada em seu colo e ele aproveitava para fazer carinho em seu corpo. Não demorou muito para que esses toques carinhosos se transformassem em carícias quentes, carregadas de desejo. Então, Richard não esperou por mais nada e ali mesmo na varanda descarregou todo o seu desejo reprimido.

— Você é maravilhosa, Alice, tudo em você me agrada — disse entre os beijos. — Desejo que isso não se acabe nunca.

“Isso não se acabe nunca” Aquela era mais uma das frases de efeito que Richard falava e acabava rodeando a cabeça dela por diversas vezes.

Tentando se libertar daquelas lembranças, ela resolve se levantar da cama para preparar um café, pois havia gastado toda a sua energia na madrugada e estava faminta. Antes que conseguisse colocar um dos pés no chão, sente a mão de Richard em sua cintura.

— Aonde vai? — ele pergunta.

— Preparar o café — responde ela.

— Não precisa, iremos tomar café fora — comenta, puxando-a novamente para a cama.

— Mas estou com fome — revela Alice.

— Eu também, Alice, estou morrendo de fome — agarra-a com força e começa a percorrer seu corpo com os lábios. — Só você pode matar minha fome — diz ele, trilhando um caminho de beijos até chegar próximo à sua intimidade.

De repente, a barriga de Alice ronca tão alto que não consegue esconder.

Sua face fica rosada e tenta cobrir o rosto com o lençol.

— Me desculpa — pede baixinho.

— Tudo bem, não precisa ficar assim — ele tira o lençol do rosto dela. — Vamos matar a sua fome primeiro, depois matamos a minha — pisca o olho, demonstrando não ter ficado incomodado.

O local escolhido para o café da manhã foi um restaurante cinco estrelas, onde ela nunca havia pisado na vida, por se tratar de um lugar luxuoso. Embora a família de Alice tivesse boas condições financeiras, não se comparava com a riqueza de Richard.

— Esse lugar parece tão caro — comenta Alice.

— Você pode ser tudo, Alice, menos comum.

O coração dela palpita e suas mãos suam. Na tentativa de disfarçar aquele momento, Alice pega a xícara de café para beber um gole.

Percebendo o nervosismo dela, Richard toma a xícara de sua mão, colocando-a de volta na mesa.

— Não precisa ficar nervosa ao meu lado, não estou brincando com você.

Richard se aproxima com gentileza. Ele segura a mão dela suavemente, como se fosse uma joia frágil. Seus dedos se entrelaçam, e ele acaricia a pele macia com o polegar. Seus olhos encontram os dela, transmitindo respeito e admiração.

Com um gesto reverente, ele inclina a cabeça levemente, aproximando os lábios da palma da mão dela. O beijo é suave, quase imperceptível, mas carrega significados profundos.

Nesse momento, o mundo parece desacelerar. Ele não apenas beija a mão de Alice; também beija a história que ela carrega consigo. Ele reconhece sua importância, sua singularidade e sua presença no momento compartilhado. E assim, com respeito e cortesia, Richard deixa um rastro de ternura na pele dela, como uma lembrança suave e divina. Esse gesto simples transcende o físico e se torna um elo entre duas almas unidas por um breve instante de conexão sincera.

— Você sabe que quando faz isso, me deixa confusa? Eu não sou nenhuma emocionada, mas você está me dando esperanças de coisas mais profundas. — Confessa Alice, num sussurro que só ele pode ouvir.

— Alice, se eu disser que estive esperando por você durante toda a minha vida, o que pensaria? — Richard olha-a nos olhos, esperando uma resposta sincera.

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