Eles estavam com saudades um do outro, mesmo estando juntos a todo momento desde que Dante foi atingido pela bala.
Ele a beijava ardentemente, com uma mão em sua nuca e a outra em suas costas, não dando espaço para Hope se afastar.
Ela sentada em seu colo, saboreava os lábios de Dante, já sentindo o seu corpo acender.
As mãos de Dante desceram até a barra da fina blusa de Hope. Ele começou a subir até retirá-la por completo, deixando à mostra seu lindo sutiã de renda rosa.
Hope apoiou as mãos no peito de Dante, sentindo os músculos trabalhados debaixo do tecido de algodão. Ela então imitou os movimentos dele, retirando sua blusa, expondo o curativo ainda presente em seu peito.
Dante observou por uns instantes e deu leves beijos no pescoço e depois desceu para os seios ainda no sutiã, beijos carinhosos e sem pressa, em um movimento rápido abriu o sutiã de Hope liberando seus seios medianos, arredondados e empinados. Uma visão que fazia a boca de Dante salivar.
Ele abocanhou o seio esquerdo devagar enquanto acariciava o direito com a outra mão, ele olhava nos olhos de Hope enquanto ouvia gemidos baixos e sentiu ela rebolar em seu colo.
Hope estava com uma saia plissada que se fechava apenas com dois botões que facilmente foram abertos por Dante, deixando Hope apenas com uma delicada calcinha de renda rosa.
Ele se virou rapidamente, deitando ela na grande cama de lençóis brancos. Seus cachos coloridos se espalharam como uma pintura aquarelada. A visão mais sexy que Dante havia visto na vida, cabelos soltos, seios à mostra e uma delicada calcinha de renda.
O pau de Dante pulsou dentro de suas calças, mostrando para Hope a excitação dele.
- Você ainda não pode fazer esforço. Seu ferimento ainda não está cicatrizado.
- Então eu acredito que você será boazinha e fará tudo o que eu pedir para não fazer esforço - disse ele com um sorriso malicioso nos lábios.
- Talvez, depende do que você pedir …
Dante deslizou o seu corpo em cima do corpo dela, dando beijos por onde passava, até alcançar os lábios rosados de sua amada.
Os dois se beijaram, de início suave e delicado, que foi tomando velocidade e intensidade, Hope levantou as mãos alcançando os cabelos de Dante enquanto ele levou a mão até sua calcinha, que já estava molhada de sua lubrificação. Mais uma vez seu pau pulsou, reivindicando liberdade para poder entrar na fenda úmida de Hope.
Ele puxou a calcinha de lado, sem quebrar o beijo, acariciou o clitóris em movimentos circulares, Hope gemia em sua boca, se agarrando ainda mais em seus cabelos.
Sem parar os movimentos circulares, Dante introduziu dois dedos em sua fenda quente, sentindo a textura de seu interior, seus movimentos eram intensos e ritmados, fazendo em pouco tempo Hope chegar ao orgasmo, gemendo baixinho como uma gata manhosa.
Dante levou os dedos a boca, lambendo-os, sentindo o gosto doce de Hope.
- Eu amo o seu gosto, sempre doce, me deixa ainda mais de pau duro!
- Me fode Dante, eu quero te sentir dentro de mim!
- E como você me quer? Diga… eu quero te ouvir.
- Forte! Soca forte em mim!
Dante abriu o zíper de sua calça e abaixou um pouco, junto com a cueca, liberando seu membro que já estava extremamente duro, com a cabeça inchada, liberando seu presente gozo.
Sem tirar a calcinha de Hope que estava de lado ele encaixou seu pau na buceta inchada e molhada, e entrou de uma vez, invadindo sua intimidade, sentindo seus músculos abraçando e apertando o seu membro de forma enlouquecedora.
Hope arqueou as costas soltando um grito cheio de tesão ao sentir o pau de Dante preenchendo seu interior.
- Me fode, por favor, me fode!
Implorava ela enlouquecida pelo tesão.
Sem contrariar, Dante fez o que ela pedia, socou forte dentro dela que gemia loucamente a cada estocada.
Ele saia e entrava devagar, sem tirar a cabecinha de dentro, prolongando a tortura gostosa, que fazia a pele de Hope se arrepiar toda.
Ela gemia, mais e mais. Cada vez mais alto e urgente. Suas mãos se agarravam nas costas definidas de Dante, cravando suas unhas na pele branca.
- Eu… eu vou… eu vou gozar! - disse ela com a respiração entrecortada, apertando sua pelvis contra ele.
- Então faça! Me possuía, me faça gozar novamente nesse seu pau gostoso!
Dante ouvia as palavras dela, enquanto deslizava seu membro entre suas nádegas provocando-a.
- Tem certeza?
- Sim!
Mais uma vez ele se enterrou nela, até sentir suas bolas baterem em sua buceta molhada, mas agora rápido e duro. Socava forte e veloz, e cada gemido de Hope era mais um estímulo para seu êxtase.
Ele deslizou sua mão esquerda para frente, acariciando e abrindo seus lábios vaginais, alcançando novamente o ponto de prazer de Hope. O clitóris já estava sensível e inchado, e a cada toque de Dante, fazia a garota perder a sua sanidade de tanto prazer.
Ele socava e parava, cada vez mais forte. Hope se apoiava na parede, se empurrando mais para trás procurando mais atrito para seu prazer e como um soco, seu orgasmo veio a fazendo gritar em baixo do chuveiro, fazendo suas paredes e internas se espremer em apertando Dante, causando também o seu orgasmo.
Novamente Dante gozou dentro de Hope. Preenchendo todo o interior de seu útero com sua porra quente e abundante.
Hope se deliciava ao sentir o calor do esperma de Dante dentro de si e seu membro que ainda pulsava jorrando as gotas finais.
Dante beijou seu pescoço, sem ar, tentava se recuperar, sentia as pernas de Hope tremendo, tentou segura-la quando ela lhe disse.
- Não se mexe! Eu que te sentir ainda dentro de mim.
- Você está cansada, eu não vou fugir, temos todo o tempo do mundo para isso. - respondeu ele com seus lábios colados no lóbulo de Hope.
Dante a lavou suavemente e se lavou rapidamente, foram para cama juntos onde dormiram abraçados.
Depois de tanto esforço e adrenalina, Dante sentiu seu ferimento doer, mas não disse nada para não assusta-la.
Ele estava agora aonde queria estar, nos braços da mulher que amava e que um dia perdeu.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: QUANDO TE PERDI