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Quando Perder a Luz romance Capítulo 261

Regis respondeu com sinceridade: "O presidente me pediu para vir."

Katarina sorriu de forma autodepreciativa e disse: "Uma onda não foi suficiente, agora vem a segunda, é isso?"

Regis franziu a testa, confuso: "Senhora, não entendi o que a senhora quis dizer."

Katarina percebeu o envelope de documentos nas mãos de Regis e logo adivinhou do que se tratava: "É o termo de concordância para a demolição?"

Regis acompanhou o olhar dela para o papel que segurava e negou: "Não, senhora, isto é..."

"Posso dar uma olhada?" Katarina estendeu a mão para ele.

Regis hesitou por um instante, mas tirou os papéis do envelope e os entregou a ela.

Katarina leu as palavras na capa: "Transferência de imóvel?"

Regis assentiu: "Sim, o presidente quer que o Sr. Serpa transfira a casa para a senhora."

Ao mencionar o Sr. Serpa, Regis olhou instintivamente para Eder.

Eder também percebeu, e seu rosto assumiu uma expressão especialmente distorcida.

Katarina, que até um segundo antes não entendia o motivo, de repente compreendeu a intenção dele.

"Heh." Ela soltou uma risada fria, irônica: "É mesmo necessário tudo isso?"

"Por que não simplesmente dar o dinheiro a eles e pedir que assinem?"

Acha que, quando a casa estiver em nome dela, ela vai assinar a concordância para a demolição de bom grado?

Ele realmente sabe jogar.

Regis evitou se comprometer, dizendo apenas: "Essa é a vontade do presidente, eu também não sei muito bem."

Katarina voltou a rir, desta vez com um tom de desabafo:

Jeferson reconheceu seu impulso, jogou o bastão de lado e prometeu: "Tudo bem, me aguarde. Vou pedir para o Renan acabar com você."

"Helena, vamos embora." E já ia arrastando Helena para sair.

"Eu deixei vocês irem?" Katarina não pretendia deixá-los sair assim.

Apesar de já não ter nenhum sentimento por aquela família, aquela casa não era algo que eles podiam destruir como bem entendessem.

Com resignação, Katarina perguntou a Regis: "Sr. Azevedo, se Renan quer que eles transfiram a casa para mim, ele pretende pagar por isso?"

"O presidente disse, cinco milhões." Regis respondeu.

Katarina olhou então para Eder e Fátima e perguntou: "Vocês aceitam?"

Ela já se via como uma espectadora, aquela casa ela havia desistido.

Sozinha, era impossível lutar contra essa demolição; mesmo em consideração a Abel Jardim, ela sabia que deveria ceder.

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