A secretária Lee também lhe contou:
— Diretora Rocha, a Srta. Barbosa também saiu chorando do escritório do Diretor Baptista.
— Ela pegou a bolsa e foi embora assim que saiu de lá.
Larissa Rocha ergueu uma sobrancelha.
— Chorou?
— O problema é que ela roubou meu trabalho à força. — Disse Isador Cardoso, deprimida. — Eu poderia recusar e fazê-la perder a moral?
— O que importa o choro dela? Meu bônus é que está em perigo.
Larissa Rocha deu um tapinha no ombro dela.
— Uma coisa pequena dessas não afetará seu bônus.
— O Diretor Baptista não é tão injusto a esse ponto.
Dito isso, ela deixou o secretariado e caminhou até a porta do escritório do presidente.
Após bater e receber permissão, Larissa Rocha entrou.
Assim que entrou, viu que a expressão dele não era das melhores.
— Diretor Baptista. — Disse Larissa Rocha, com um sorriso no rosto.
Sérgio Baptista olhou para ela.
— Sente-se.
Ela sentou-se na cadeira em frente à mesa dele.
— Não vim falar de trabalho.
— A vovó me ligou.
— Ela quer que passemos no hospital depois do trabalho, então estou avisando antes para que você não marque compromissos demais.
Sérgio Baptista parou o que estava fazendo e ergueu os olhos para ela.
— Além disso, deve haver mais alguma coisa, não?
— O que seria? — Larissa Rocha já não conseguia conter o sorriso. — Não vai me dizer que a Srta. Barbosa transformou a sala de reuniões num piquenique?
Ao terminar de falar, ela não resistiu e riu.
Especialmente porque ouviu no secretariado que Vânia Barbosa saiu chorando e ele ficou furioso.
Combinando isso com a expressão atual do Diretor Baptista, a situação parecia格外 cômica.
Sérgio Baptista massageou as têmporas e estendeu a mão para ela.
— Venha aqui.
Larissa Rocha permaneceu sentada.
— Para quê?
O homem abriu uma gaveta.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Quando Ele ‘Morreu’ pra Ela