A governanta olhava para Diana Batista com certa preocupação. O patrão se importava muito com a jovem Sophia, e temia-se que Diana Batista fosse expulsa novamente.
— Senhorita Sophia, veja bem... a senhorita Diana Batista não fez por mal. Que tal se ela lhe pedir desculpas? — A governanta tentou apaziguar a situação.
Sophia cobriu o rosto, com uma expressão terrível, e lançou um olhar feroz para Diana Batista. — Eu não vou deixar isso barato para você.
Após dizer isso, Sophia virou-se e correu de volta para o quarto, indo ligar para Ramon Domingos.
A governanta suspirou. — Senhorita Batista, o patrão tem um carinho especial pela senhorita Sophia. Quando ele voltar, tentarei explicar o que realmente aconteceu, mas se...
Se Ramon Domingos insistisse em expulsar Diana Batista, ela não teria o que fazer.
Diana Batista assentiu. — Obrigada... Eu sei o que devo fazer.
Se Ramon Domingos quisesse que ela partisse, ela partiria.
— Senhora, sairei daqui a pouco. Qualquer coisa, quando eu voltar à noite, prestarei contas a Ramon Domingos.
Ela tomou o café da manhã sem sentir o menor sabor. Diana Batista ainda hesitava se deveria ou não procurar Ana Rocha.
E se Ana Rocha iria aceitá-la.
Após ficar sentada em silêncio por um longo tempo, ela se levantou e saiu da mansão de Ramon Domingos.
Desta vez, Ramon Domingos a havia salvado. Djalma Batista provavelmente não ousaria atacá-la a curto prazo, então sair agora ainda era relativamente seguro.
No quarto, Sophia estava parada junto à janela, observando Diana Batista se afastar, e ligou para Luana Viana. — Luana, ela saiu. Eu me escondi do lado de fora e ouvi a conversa dela com Ramon Domingos. Parece que o falecido patriarca da família Batista deixou alguma carta para ela. Sinto que deve ser algo muito importante, que pode ser prejudicial ao Senhor.
VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Quando a Lealdade Não Basta, É Hora de Partir
Será que esse Livro irá continuar?...