Depois de sair da festa, Aldo e Paloma foram direto para o aeroporto, onde um avião já os esperava.
Paloma não fazia ideia de nada sobre a lua de mel — essa parte ficou totalmente nas mãos de Aldo, que foi extremamente reservado com o assunto.
Assim que desceram do carro, ele a levou para dentro do avião, tomando todos os cuidados possíveis, já que ela podia voar mesmo com a gravidez avançada.
Após quase duas horas de voo, Aldo e Paloma finalmente avistaram o lugar onde passariam a lua de mel.
Paloma olhava pela janela até que uma luz familiar de um monumento muito conhecido chamou sua atenção.
— Paris?! — perguntou Paloma, empolgada.
— Quando você chegou em Valoria, estava supostamente juntando dinheiro pra vir, não é? — disse Aldo, lembrando uma das muitas conversas que tiveram.
— Sim! Uau! Isso é... é... — a jovem tentava falar, mas as palavras não saíam. — É o melhor presente que você poderia me dar!
Aldo apenas observava sua esposa, encantado com o brilho de ilusão nos olhos dela.
— Tudo que for por você e pelas crianças... acredite, nunca será demais.
— Obrigada! — disse Paloma, atirando-se em seus braços.
— Obrigado a você, meu amor.
— Pronto, agora vamos colocar os cintos, já está na hora de descer. Temos uma semana aqui pra aproveitar ao máximo.
— Obrigada por essa bela surpresa!
Depois de deixarem o avião, Aldo conduziu Paloma até o hotel onde ficariam hospedados em Paris. Ela ainda usava o vestido de noiva, e ele, o mesmo terno do casamento.
O homem havia reservado uma suíte no Ritz. Assim que chegaram ao quarto, Aldo carregou sua esposa no colo e, como pôde, abriu a porta.
— Bem-vinda ao que será nosso lar por uma semana inteira... embora, se a senhora Pellegrini quiser, podemos ficar mais tempo.
— Obrigada, senhor Pellegrini!
Assim que Aldo a colocou no chão, puxou-a para perto e lhe deu um beijo intenso, o tipo de beijo que quase tira o fôlego dos dois.
— Hoje você está deslumbrante! É a mulher mais linda que já conheci! Eu te amo! E quero que saiba que quero passar toda a minha vida com você, Paloma. — disse ele, segurando o rosto dela com as duas mãos.
— Aldo... eu também te amo. E acredite quando eu digo que quero viver toda a minha vida ao seu lado. Nunca me cansaria de viver com você, de ter isso — tudo o que nós dois somos.
— Sabe de uma coisa?
— Diz, meu amor... — disse Aldo, abraçando e beijando a esposa.
— Sei que vai soar meio louco, mas às vezes eu agradeço o que aconteceu com o Franco e o Leonardo...
— Como é que é? — perguntou ele, surpreso.
— Sim. Se eles não tivessem armado aquele plano horrível, você e eu talvez nunca tivéssemos tido tempo juntos. Só por isso eu posso dizer que agradeço o que aconteceu. — disse Paloma, muito certa do que dizia.
Paloma, por sua vez, começou a desabotoar a camisa do marido.
— Você não tem ideia de como está sexy hoje, meu amado esposo...?
— E você estava linda, sexy... Acredite, tive que me segurar várias vezes antes de te pedir pra sumir comigo dali.
— Aldo, por que não me disse isso?
— Tínhamos que nos comportar. Não por mim nem por você, mas pelo seu pai...
— Aldo!
— O quê? Você viu como ele ainda me olha, como se não me aceitasse totalmente. Imagina se, por acaso, ele tivesse nos encontrado em uma situação... comprometedora.
— Mamãe e papai fazem, então não têm do que nos criticar. Além disso, Isabella não apareceu ali por obra do acaso, né?
— Bom... tá, tá... Vamos focar no agora, porque estamos sozinhos, e podemos finalmente fazer o que estávamos querendo há um bom tempo. — disse Aldo, pegando a esposa no colo e levando-a à cama.
Depois de deitá-la, admirou o corpo semidesnudo da mulher, deitou-se ao lado dela e começou a beijá-la e acariciar sua pele. A olhava com admiração — aquela mulher não era mais a garota tímida da primeira vez deles.
Agora ela era livre, sabia o que queria e tinha um toque de malícia no olhar e nos gestos.
Ele beijou os lábios dela e foi traçando um caminho de beijos e carícias pelo corpo da esposa, elevando a excitação de ambos até o ponto em que não conseguiram mais se conter e se entregaram completamente aos próprios desejos.
Aquela noite — e todas as que viriam depois — seriam a prova de quão conectados estavam e estariam dali em diante. Tinham pela frente uma vida longa e feliz juntos, exatamente como Magnus lhes havia desejado.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Prometo te amar. Só até ter que dizer adeus